Arquivo de 29/set/2008

Cuidado paliativo – No Brasil existem legislações sobre?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Direitos


Sim, oficialmente, os cuidados paliativos foram considerados uma exigência a partir da Portaria n° 3.535, de dois de setembro de 1998, que estabelece para cadastramento de centros de atendimento em oncologia (Centro de Alta Complexidade em Oncologia I – CACON I), enfatiza o trabalho multiprofissional integrado e insere outras modalidades assistenciais, como o serviço de cuidados paliativos.

A portaria que amplia a inserção de cuidados paliativos é a Portaria n° 19, de três de janeiro de 2002, que institui, no âmbito do Sistema único de Saúde, o Programa Nacional de Assistência a Dor e Cuidados Paliativos e traz no Artigo 1°, item b a afirmação: “Estimular a organização de serviços de saúde multidisciplinar para a assistência a pacientes com dor e que necessitam de cuidados paliativos…”.

A Portaria n° 1 .3.19/GM, de 23 de julho de 2002, que criou, no âmbito do Sistema único de Saúde, os Centros de Referência em Tratamento da Dor, E A Portaria n° 881, de 19 de julho de 2001, que instituiu o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar, são importantes, pois subsidiam e estimulam a criação e implementação de serviços de cuidados paliativos no país.

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Cuidado paliativo – Quando começou a ser praticado?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Direitos


As primeiras práticas de cuidados paliativos datam do século IV, porém, os cuidados paliativos como são conhecidos atualmente derivam de um movimento de atenção ao paciente, os “hospices”. Um bom exemplo de “hospice” é oriundo do século VI, beneditinos cuidavam de monges e peregrinos exaustos. Gradativamente, os doentes também passaram a ser recebidos. Trata-se dos primeiros “hospices” religiosos. Nestes “hospices”, as pessoas que não tinham a possibilidade de cura recebiam cuidados básicos de alimentação e conforto, aliados aos cuidados espirituais. Portanto, antigamente o “hospice” representava um lugar de descanso. Posteriormente o tema foi relacionado a hospitais, conventos e asilos.

Um dos grandes movimentos, visando à abordagem do cuidado não fragmentado, indo além do órgão doente e da cura, se dá na década de 60, no Reino Unido, como início do desenvolvimento dos cuidados paliativos, o movimento “hospice” moderno. A transformação dos “hospices” tal com se apresenta hoje, deveu-se à enfermeira, assistente social e médica Cicely Saunders que fundou o Saint Christopher´s Hospice, na Inglaterra, no ano de 1967, dando uma nova dimensão aos cuidados paliativos.

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Cuidado paliativo – O que é?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Direitos


De origem latina, “Paliativo” significa manto, coberta, também pode ser aquilo que possui a capacidade de acalmar temporariamente, como por exemplo, uma dor.

A Organização Mundial de Saúde – OMS define cuidados paliativos como aqueles que procuram atender as necessidades dos pacientes terminais procurando por meio de alguns princípios, tais como cuidados para não acelerar e nem prolongar com medidas desproporcionais a morte, aliviar dores, suporte psicológico, espiritual e familiar.

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