Arquivo de 16/jul/2009

livedo reticularis – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Distúrbios cardiocirculatórios


Livedo reticularis

O livedo reticularis (LR) apresenta-se como uma alteração na pele de “linhas” vermelhas ou azuladas, de aspecto reticulada indolor, mais comum em extremidades (aspecto de pele marmórea). Este fenômeno é um distúrbio circulatório, as microartérias terminais na pele se fecham, deixando de fornecer sangue e oxigênio para os tecidos locais. Logo, numa espécie de compensação, as microveias reagem dilatando-se e ficando abertas. Não recolhem o sangue que deveriam recolher e o deixam irrigando e oxigenando os tecidos. É esse sangue acumulado que dá a cor vermelho-azulada que acompanha a disposição das veias na pele.

Embora existam pacientes nos quais a causa de livedo reticularis é desconhecida, sendo considerado doença idiopática, o livedo reticularis pode ser manifestação de doença secundária como: lúpus eritematoso sistêmico, poliarterite nodosa, doenças da tireóide, e a síndrome do anticorpo antifosfolípide.

O livedo reticular carateriza-se pelo aparecimento na pele de “linhas” vermelhas ou azuladas – por causa do sangue – de contornos irregulares que seguem exatamente a disposição das veias. Tanto pode haver apenas algumas “linhas”, quanto muitas, formando uma verdadeira “rede” de “linhas” interligadas. Trata-se de um fenômeno em que, por um distúrbio circulatório, as microartérias terminais na pele se fecham, deixando de fornecer sangue e oxigênio para os tecidos locais. Logo, numa espécie de compensação, as microveias reagem dilatando-se e ficando abertas. Não recolhem o sangue que deveriam recolher e o deixam irrigando e oxigenando os tecidos. É esse sangue acumulado que dá a cor vermelho-azulada que acompanha a disposição das veias na pele.

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Psoríase – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Distúrbios da pele, Distúrbios imunológicos, Distúrbios Inflamatórios


Dicionário

A psoríase é caracterizada por anormalidades no ciclo de desenvolvimento da epiderme, levando a hiperproliferação da mesma, alteração na maturação das células cutâneas, alterações vasculares e inflamação. O ciclo normal da epiderme é de 21 dias e no caso da área com psoríase o ciclo chega a ser de apenas 7 dias.

Aspectos clínicos

PsoríaseA morfologia das lesões cutâneas é bastante variável. O aspecto clínico característico consiste de placas eritemato-infiltrativas-escamosas, bem delimitadas, muitas vezes confluentes, assintomáticas. As escamas são normalmente espessas, de aspecto prateado (veja imagem da lesão no cotovelo). À curetagem das lesões é observado o sinal da vela (branqueamento da lesão pelo descolamento das escamas) e, em seguida, o sinal de Auspitz, ou “orvalho sangrante” (gotículas hemorrágicas) correspondentes à proliferação da papila dérmica e dilatação dos vasos sangüíneos. Pode haver grande variedade na expressão clínica da doença, com predomínio de um dos aspectos já referidos (eritema, infiltração ou descamação). Variam ainda de tamanho desde pequenas dimensões (psoríase gutata) até grandes placas (formas vulgar, numular, girata).

As manifestações articulares podem ocorrer na forma de artralgias; mono, oligo ou poliatrites ou espondiloartrites (rara). O início costuma ser agudo ou subagudo, com acometimento assimétrico de interfalangianas distais de mãos e pés, ocasionalmente associado com uma grande articulação (joelho, cotovelo).

O comprometimento das articulações recebe o nome de artrite psoriática.

A QUEM CONSULTAR – O médico especialista no tratamento da psoríase é o dermatologista.

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Psoríase – É frequente?

Categoria(s): Distúrbios da pele, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios metabólicos, Distúrbios osteoarticulares


Sim, a psoríase cutânea é doença bastante freqüente, podendo acometer de 1 a 2% da população; em média (uma das doenças da pele de maior incidência),  5 a 10% dos pacientes com psoríase cutânea evoluirão com artrite psoriática.

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