Leishmaniose – Como é a transmissão?

Categoria(s): Atuação Preventiva, Distúrbios da pele, Infestações por protozoários, Programas de saúde

Transmissão

A leishmaniose é muito frequente em todo o mundo como mostra a imagem da OMS (Organização Mundial da Saúde). Sua transmissão se dá através da picada de insetos infectados do gênero Phlobotomus, conhecidos popularmente como “mosquito de palha”, “cangalinha” ou “birigui”. O mosquito, ao picar um ser infectado para se alimentar – que tanto pode ser o cão como um animal silvestre ou o próprio homem – absorve o parasita (agente causador da leishmaniose) que se desenvolverá atacando algumas células sanguíneas tornando-se infectante após cerca de sete dias. Ao fim deste tempo, quando o mosquito for picar outro vertebrado para se alimentar, vai deixar nele o parasita na sua corrente sanguínea, onde se reproduzirá e provocará a doença. E termina aqui o ciclo. O mosquito não passa de um hospedeiro intermediário que, ao picar este vertebrado doente servirá de veículo do parasita a outro ser (sadio) que vier a picar e assim sucessivamente.

Sem o mosquito não haverá o ciclo. Por isso, o contacto de um cão contaminado com um sadio ou o simples contacto do cão com o homem não constituem qualquer perigo de contágio da doença como frequentemente se pensa.

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