Arquivo de 30/jul/2009

Fragilidade – Como entender?

Categoria(s): Atuação Preventiva, Cuidados preventivos, Dicionário, Programas de saúde


Entendendo o assunto

Idosa

Fragilidade é o estado de redução da reserva dos diversos sistemas fisiológicos determinada pelo efeito combinado do envelhecimento biológico, condições crônicas e abuso (tabagismo, alcoolismo) ou desuso (sedentarismo), priva os idosos de uma “margem de segurança” e aumenta a susceptibilidade às doenças e à incapacidade. Com a idade ocorre o declínio de em média 50% da capacidade vital pulmonar e do fluxo sangüíneo renal entre os 30 e 80 anos de idade. Em condições limítrofes de equilíbrio, eventos simples como uma infecção respiratória podem desencadear conseqüências em outros sistemas como a descompensação de insuficiência cardíaca e insuficiência renal, elevando a mortalidade.

No estado de fragilidade é comum observar manifestações atípicas de doenças comuns, como sintomas respiratórios predominando na apresentação clínica da pielonefrite ou ausência de dor e sinais de irritação peritoneal em pacientes com apendicite, determinando dificuldades adicionais ao diagnóstico e agravando o prognóstico. Por serem tão comuns na população idosa, algumas condições foram denominadas “gigantes da geriatria”: virtualmente qualquer agravo à saúde do idoso pode se manifestar como – ou determinar – o surgimento de instabilidade postural e quedas, incontinências, demência, delirium, imobilidade e depressão.

Por outro lado, a freqüência com que estes diagnósticos deixam de ser firmados deu origem a outro termo, o “fenômeno do iceberg”, que alerta para a grande proporção de condições clínicas ocultas, ou “submersas”. A abundância de diagnósticos incorretos ou mesmo corretos não raro provoca outros problemas comuns em pacientes idosos como o uso inadequado de drogas e a polifarmácia.

Dessa forma e considerando-se as múltiplas faces das apresentação da fragilidade houva a necessidade de se padronizar um instrumento que avalia-se as condições clínicas do idoso. Para tanto, a avaliação geriátrica ampla.

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Câncer do pâncreas – Qual a sua freqüência?

Categoria(s): Câncer, Distúrbios digestivos


O câncer  de pâncreas é uma das formas mais comuns do câncer abdominal e também a que apresenta menores possibilidades de cura, por evoluir durante longos períodos sem nenhum sintoma.

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Câncer do pâncreas – Quais os sintomas?

Categoria(s): Câncer, Distúrbios digestivos


O câncer de pâncreas costuma se apresentar com dor na parte superior do abdome geralmente com irradiação para as costas. Icterícia (pele e mucosas amarelas) progressiva, devido a compressão e obstrução dos ductos biliares, provocada pelo crescimento do tumor. Perda de apetite, de peso e astenia.

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