Arquivo de 22/ago/2009

Câncer de colo uterino – Como é feito o diagnóstico?

Categoria(s): Câncer, Distúrbios urogenitais, Sexualidade e DST


Diagnóstico

Existem vários métodos disponíveis para o diagnostico precoce do câncer de colo uterino, o mais simples e eficiente é o teste de Papanicolau, que consiste na coleta de células da parte vaginal do colo do útero, com a ajuda de uma pequena espátula. A coleta não dói e pode ser feita durante o exame ginecológico rotineiro. O material recolhido é analisado com a ajuda de um microscópio, que permite saber se existem células cancerosas no colo uterino. Se o material for suspeito, novos exames serão realizados até se chegar ao diagnóstico definitivo da existência do câncer ou pré-câncer, sua localização, profundidade, extensão e malignidade.

No Brasil, não se conhece o número de mulheres examinadas, mas sim o número de exames realizados. Estimativas feitas a partir de estudos nacionais e locais mostram um aumento da cobertura na maioria dos casos. Segundo o Inquérito Domiciliar, realizado em 17 capitais e Distrito Federal, com mulheres de 25 a 59 anos, a cobertura do exame variou de 57% em São Luís a 92,9% em Vitória.

Referências:

Programa Nacional de Prevenção do Câncer de Mama e Colo de Útero [on line]

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Câncer de colo uterino – Quais os sintomas?

Categoria(s): Câncer, Cuidados preventivos, Distúrbios urogenitais, Sexualidade e DST


Sintomatologia

Os sintomas do câncer de colo uterino aparecem somente em fases tardias do câncer, por isso não se deve esperar os sintomas para diagnosticar o câncer. Existem uma série de doenças que se não tratadas são precursoras do câncer do colo, como o condiloma, conhecido como  “crista de galo”, o herpes genital, as feridas no colo e os processos infecciosos crônicos.

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Exame de Papanicolau – Quantas vezes deve ser realizado?

Categoria(s): Câncer, Exames laboratoriais, Sexualidade e DST


Diagnóstico

Ainda se descute, entre os médicos, a frequência com que as mulheres em condições normais de saúde devem fazer esse exame, mas é recomendado a cada dois anos para as mulheres com vida sexual ativa, a não ser que existam condições de maior risco, nesse caso, a coleta deve ser feita a cada um ano.

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