Fratura de fêmur – Qual a importância pessoal e social?

Categoria(s): Distúrbios metabólicos, Distúrbios osteoarticulares, Programas de saúde

Mais de 95% de fraturas do fêmur resultam de quedas. O risco de queda aumenta com o avançar da idade e começa na época da menopausa. As mulheres são mais propensas a quedas com fraturas que os homens. O risco aproximado (até o final da vida) de uma mulher branca de 50 anos apresentar uma fratura de fêmur é de 17% e o risco em homens brancos neste período é 6%. O risco estimado para mulheres afro-americanos é de 6% e e homens 3%.

Quedas com impacto no trocanter aumenta o risco de fratura no quadril especialmente se a resposta do apoio das mãos estão fracas ou ausentes. Alterações funcionais da mobilidade, deficiência visual, condições neurológicas, uso de barbitúricos de ação prolongada, fraqueza muscular e aumento da instabilidade postural têm sido identificados como fatores de risco para queda.

Custo pessoal – Vinte e quatro por cento dos pacientes com fratura de fêmur morrem durante o ano subseqüente à fratura e entre as mulheres a sobrevida é 12%-20% menor que o esperado. A maior parte da mortalidade está relacionada com a existência de doenças anteriores à fratura. Assim, a fratura por si só pode aumentar a probabilidade de morte por essas doenças. Nos primeiros três meses essas pacientes experimentam deterioração da função física, vitalidade e atividade social. A recuperação completa pode durar anos.

Custo social – Os custos econômicos podem ser divididos em custos médicos diretos (hospitalização, cirurgia, serviços médicos e de outros profissionais de saúde, medicamentos, fisioterapia etc.), custos médicos indiretos (perda da produtividade devido à doença e à morbidade e perdas devido a morte precoce) e custos não médicos (transporte, dieta especial, aposentadoria, modificação da moradia etc.).

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