Arquivo de março, 2010

Sífilis – Quem é do grupo de risco?

Categoria(s): Cuidados higiênicos, Cuidados preventivos, Distúrbios urogenitais, Programas de saúde, Sexualidade e DST


Qualquer pessoa que pratique o ato sexual está sujeito, principalmente as que tenham pequenas lesões, mesmo imperceptíveis, seja na vagina, na vulva ou no pênis. A sífilis é altamente contagiosa, principalmente quando aparecem as feridas. Por isso, toda vez que se pratica o ato sexual com uma pessoa que não se conhece bem, é necessário utilizar a camisinha como proteção.

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Sífilis – Quais os sintomas?

Categoria(s): Distúrbios urogenitais, Exames laboratoriais, Infectologia, Sexualidade e DST


Sífilis Primária – Depois de 3 semanas após a infecção, surge uma lesão de bordas elevadas e que é bastante dura ao ser apalpada, o cancro. O cancro localiza-se no local de invasão do treponema no pênis, no cérvix, na parede vaginal ou no ânus. Esta lesão  é extremamente contagiosa, e desaparece sozinha em aproximadamente 3 semanas, como ou sem tratamento. Porém se não for tratada, a doença pode se alastrar, surgindo em 2 a 10 semanas outras lesões na pele e na mucosa, que é a sífilis secundária. Os treponemas propagam-se por todo o corpo por via sanguínea ou linfática mesmo antes do aparecimento do cancro. Dai a importancia de se procurar um médico infectologista para realização de um tratamento completo.

As espiroquetas são abundantes dentro do cancro e podem ser vistas por microscopia de campo escuro ou com corantes imunofluorescentes de exsudato seroso.

Sífilis secundária – O estágio secundário da sífilis ocorre em 2 a 10 semanas após o cancro primário e se deve à disseminação e proliferação das espiroquetas dentro da pele e tecidos mucocutâneos. A sífilis secundária ocorre em 75% dos paciente sem tratamento prévio. As lesões de pele, geralmente, ocorre nas palmas das mãos ou nas solas dos pés, podem ser maculopapulares, escamosas ou pustulares. Nas áreas úmidas como na região anogenital, parte interna das coxas e axilas, podem ser condiloma plano, que são placas elevadas com base ampla. As erosões superficiais de coloração cinza-prateadas podem se formar na boca, faringe e genitália externa.

Sífilis terciária - O estágio terciário da sífilis é raro se o tratamento tiver sido bem feito. Porém um terço dos pacientes que não receberam tratamento evoluem para as forma de sífilis terciária após um período sem sintomas de 5 anos ou mais. Existem três formas de sífilis terciária, com peculiaridades próprias: a sífilis cardiovascular; a neurossífilis e sob a forma de goma sifilítica.

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Sífilis – Como tratar?

Categoria(s): Distúrbios urogenitais, Infectologia


Antigamente, o tratamento da sífilis era muito difícil, com aplicações de bismuto na veia, durante períodos extremamente prolongados. Hoje, o tratamento é a base de antibióticos, principalmente os mais simples como a penicilina.

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