Arquivo de 2/abr/2010

MALÁRIA – O que é?

Categoria(s): Infectologia, Infestações por protozoários, Programas de saúde


Dicionário

A Malária é uma doença infecciosa febril aguda, cujos agentes etiológicos são protozoários transmitidos por vetores. Inicialmente apresenta-se o período de infecção, que corresponde a fase sintomática inicial, caracterizada por mal-estar, cansaço e mialgia. O ataque paroxístico inicia-se com calafrio, acompanhado de tremor generalizado, com duração de 15 minutos a 1 hora. Na fase febril, a temperatura pode atingir 41°C. Esta fase pode ser acompanhada de cefaléia, náuseas e vômitos. É seguida de sudorese intensa. A fase de remissão caracteriza-se pelo declínio da temperatura (fase de apirexia). A diminuição dos sintomas causa sensação de melhora no paciente. Contudo, novos episódios de febre podem acontecer em um mesmo dia ou com intervalos variáveis, caracterizando um estado de febre intermitente. Os sinais e sintomas podem evoluir para formas graves e complicadas, dependendo da resposta imunológica do organismo, aumento da parasitemia e espécie de plasmódio.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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MALÁRIA – Quais os sintomas?

Categoria(s): Infectologia, Infestações por protozoários


Sintomatologia

Os sintomas são basicamente febre alta, acompanhada de calafrios, sudorese profusa e cefaléia. Podem ocorrer também náuseas, vômitos, astenia, fadiga e anorexia.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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MALÁRIA – Qual a transmissão?

Categoria(s): Infectologia, Infestações por protozoários


Transmissão

A transmissão é feita por meio da picada da fêmea do mosquito Anopheles, infectada pelo Plasmodium. Os vetores são mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer. Todavia, são encontrados picando durante todo o período noturno, porém em menor quantidade em algumas horas da noite. Não há transmissão direta da doença de pessoa a pessoa. Raramente pode ocorrer a transmissão por meio de transfusão de sangue contaminado ou do uso compartilhado e seringas contaminadas.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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