Arquivo de 22/abr/2010

DIFTERIA – O que é?

Categoria(s): Bacilo, Infectologia


Dicionário

A difteria é uma doença infecciosa, transmissível, aguda, toxiinfecciosa, causada por bacilo toxigênico, que, frequentemente, se aloja nas amigdalas, faringe, laringe, nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A manifestação clínica tipica e a presença de placas pseudomembranosas branco-acinzentadas aderentes, que se instalam nas amigdalas e invadem estruturas vizinhas (forma faringo- amigdaliana ou faringotonsilar– angina diftérica). Essas placas podem se localizar na faringe, laringe (laringite diftérica) e fossas nasais (rinite diftérica), e, menos frequentemente, na conjuntiva, pele, conduto auditivo, vulva, pênis (pós-circuncisão) e cordão umbilical.

Dependendo do tamanho e localização da placa pseudomembranosa, pode ocorrer asfixia mecânica aguda no paciente, o que muitas vezes exige imediata traqueostomia para evitar a morte.
A ocorrência da doença é mais frequente em áreas com baixas condições socioeconômicas e sanitárias, onde a aglomeração de pessoas é maior. Comumente, essas áreas apresentam baixa cobertura vacinal e, portanto, nao é obtido impacto no controle da transmissão da doença. No Brasil, o número de casos vem decrescendo progressivamente, provavelmente em decorrência do aumento da cobertura pela vacina DTP.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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DIFTERIA – Quais os sintomas?

Categoria(s): Bacilo, Infectologia


Sintomatologia

A doença se manifesta por comprometimento do estado geral, com prostração e palidez. A dor de garganta é discreta e a febre normalmente não é muito elevada (37,5 -38,5°C). Nos casos mais graves, há intenso aumento do pescoço (pescoço taurino).

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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DIFTERIA – Qual a transmissão?

Categoria(s): Bacilo, Cuidados preventivos, Infectologia


Transmissão

A transmissão é feita através do contato direto da pessoa doente ou do portador com pessoa suscetível através de gotículas de secreção eliminadas por tosse, espirro ou ao falar. A transmissão por objetos recém contaminados com secreções do doente ou de lesões em outras localizações é pouco frequente.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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