Arquivo de 18/jul/2010

Luz solar – Qual seu papel no corpo humano?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Distúrbios imunológicos, Distúrbios neurológicos, Distúrbios psiquiátricos


Entendendo o assunto

A luz do sol afeta positivamente o nosso estado orgânico e afetivo porque, quando passa pelo nosso olho, impulsos são propagados para regiões do cérebro relacionadas com as emoções (sistema límbico) e à regulação e produção de hormônio responsáveis pela sensação de bem-estar como a melatonina. Por isso, que em época e países com o clima acinzentado é comum os estados depressivos.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em seus conceitos básicos sobre iluminação, afirma “a presença de luz natural pode garantir uma sensação de bem-estar e um relacionamento com o ambiente maior no qual estamos inseridos”.

Ao construirmos uma casa devemos tomar alguns cuidados no sentido de aproveitarmos melhor os raios solares. O primeiro passo é localizar o lado norte do terreno, onde bate mais sol, e organizar os espaços conforme a necessidade de luz de cada um deles. As áreas de ocupação mais freqüente, como os quartos e salas, são as que devem ser mais iluminadas.

O sol da manhã, de tonalidade amarelada, maior quantidade de raios ultravioleta e oferece propriedades desinfetantes, principalmente contra ácaros, dai sua importância para os bronquíticos e asmáticos. Este tipo de irradiação desbota móveis e tecidos.

O sol da tarde, é mais alaranjados (maior quantidade de raios infravermelhos) e aquecem muito o ambiente. Apesar de benéficos, deve-se evitar a incidência direta dos raios solares.

Ter contato com informação da passagem para a tarde e da chegada do anoitecer nos deixa mais preparados para a ausência do sol durante a noite. Este é um dos motivos do desconforto que os pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva (UTI) se queixam. Pois, geralmente nas UTIs não tem janelas e os pacientes perdem a noção do tempo.

A luz tem papel importante no ciclo biológico diário (ritmo circadiano), responsável pelo ritmo sono-vigilia, podendo ser uma das causas de insônia, e o despertar mais cedo, dos idosos.

O excesso de luz solar pode ser tão ruim quanto a sua falta. Os idosos de pele clara deve evitar a luz solar direta sobre a pele usando protetores solares. O sol da manhã é muito bom, ajudando no metabolismo ósseo, prevenindo a osteoporose, por ativar a vitamina D3 (calciferol).

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RUBÉOLA – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Infecções virais, Infectologia


Dicionário

A rubéola é uma doença exantemática viral aguda. Adolescentes e adultos podem apresentar poliartralgia, poliartrite, conjuntivite, coriza e tosse. Cerca de 25 a 50% das infecções pelo vírus da Rubéola são subclínicas, ou seja, não apresentam sinais e sintomas clínicos característicos da doença. Tem curso benigno e toda sua importância epidemiológica está relacionada à Síndrome da Rubéola Congênita, quando a doença ocorre nos cinco primeiros meses da gestação que pode resultar em aborto,natimorto, malformações congênitas (cardiopatias, surdez, catarata).

Em 2002, ocorreram 1.480 casos de Rubéola no Brasil, o que corresponde a um decréscimo de 95%, quando comparado à incidência de 1997. As taxas de incidência no sexo feminino, em 2002, ficaram em 1/100.000 mulheres tanto na faixa etária de 15 a 19, como de 20 a 29 anos.

Após a intensificação da vigilância epidemiológica e a vacinação de bloqueio ampliada, em 2008, o número de casos confirmados diminui em 77%, quando ocorreram 2.005 casos de Rubéola, e desses 1.854 (92,5%) encerrados pelo critério laboratorial.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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RUBÉOLA – Quais os sintomas?

Categoria(s): Infecções virais, Infectologia


Sintomatologia

Os sintomas são caracterizados por febre baixa e exantema maculopapular, que se inicia na face, couro cabeludo e pescoço, espalhando-se para tronco e membros.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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