Óleo de primula (Primula veris) – Qual o emprego terapêutico?

Categoria(s): Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios respiratórios, Medicina das plantas

Fitoterápicos

Primula veris

A indústria farmacêutica fabrica extratos, infusões e gotas de óleo de prímula (Primula veris). Para fins terapêuticos, colhe-se a flor, que é secada suavemente, em camadas finas, de preferência num secador, a menos de 40.C. Nas culturas hortícolas ou nos campos, colhe-se por vezes também o rizoma e as raízes. Até que as Primulas ficassem bastante raras neste século, por perda de hábitat e hábitos de cultivo, as flores eram colhidas a cada primavera para fazer um vinho que era, em grande parte, usado como um sedativo e calmante dos nervos.

As flores contêm pigmentos flavônicos (quercitina), também saponinas e salicilatos (como na aspirina). As raízes são relativamente ricas em primula saponina, com um composto açucarado (aglícono) chamado primulagenina A e B, ácido glicurônico e outras substâncias. Ambas as drogas são fortemente expectorantes, sedativas, relaxa espasmos e ligeiramente diuréticas. São usadas como adjuvantes em caso de inflamação das vias respiratórias superiores (bronquite crônica ou aguda), tosse sêca, tosse aguda, artrite, insônia, enxaqueca e inquietude (especialmente em crianças).

CONTRA INDICAÇAO – Este medicamento não deve ser dado durante gravidez ou para pacientes sensíveis a aspirina ou tomando remédios anti-coagulantes.

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