Arquivo de 9/set/2010

HEPATITE C – O que é?

Categoria(s): Infecções virais, Infectologia, Programas de saúde, Sexualidade e DST


Dicionário

A Hepatite C é uma doença viral, causada pelo virus HCV, com infecções assintomáticas ou sintomáticas (até formas fulminantes, raras). O quadro crônico da doença pode ter evolução para cirrose e hepatocarcinoma, fazendo com que o HCV seja, hoje em dia, responsável pela maioria dos transplantes hepáticos no Ocidente. O uso concomitante de bebida alcoólica, em pacientes portadores do HCV, determina uma maior propensão para desenvolver cirrose hepática.

Estimase que existam 170 milhões de pessoas infectadas em todo o mundo. As populações mais atingidas são os pacientes que realizam múltiplas transfusões, hemofílicos, hemodialisados, usuários de drogas injetáveis e inaláveis, assim como portadores
de tatuagens e de piercing.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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HEPATITE C – Quais os sintomas?

Categoria(s): Infecções virais, Infectologia, Programas de saúde, Sexualidade e DST


Sintomatologia

As hepatites sintomáticas são caracterizadas por mal-estar, dor de cabeça, febre baixa, anorexia, astenia, fadiga, artralgia, náuseas, vômitos, desconforto no hipocôndrio direito e aversão a alguns alimentos e ao cigarro. A icterícia é encontrada entre 18% a 26% dos casos de Hepatite Aguda e inicia-se quando a febre desaparece, podendo ser precedida por colúria e hipocolia fecal. Pode, também, apresentar hepatomegalia ou hepatoesplenomegalia. Na forma aguda, os sintomas vão desaparecendo paulatinamente.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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HEPATITE C – Qual a transmissão?

Categoria(s): Infecções virais, Infectologia, Programas de saúde, Sexualidade e DST


Transmissão

A transmissão ocorre, principalmente, por via parenteral. São consideradas populações de risco acrescido por via parenteral: indivíduos que receberam transfusão de sangue e/ou hemoderivados antes de 1993; pessoas que compartilham material para uso de drogas injetáveis (cocaína, anabolizantes e complexos vitamínicos), inaláveis (cocaína) e pipadas (crack); pessoas com tatuagem, piercings ou que apresentem outras formas de exposição percutânea. A transmissão sexual pode ocorrer, principalmente, em pessoas com múltiplos parceiros e com prática sexual de risco acrescido (sem uso de preservativo), sendo que a coexistência de alguma DST – inclusive o HIV – constitui um importante facilitador dessa transmissão.

A transmissão perinatal é possível e ocorre, quase sempre, no momento do parto ou logo após. A transmissão intra-uterina é incomum.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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