Arquivo de junho, 2013

Rinite alérgica – Como tratar?

Categoria(s): Distúrbios imunológicos, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios respiratórios


Rinite alérgica


Como é feito o tratamento

rinite

O tratamento da rinite alérgica deve ser amplo com orientações sobre as medidas a serem tomadas para evitar as crises, afastando os agentes causadores da alergia, fármacos nas crises, medidas higiênicas e imunoterapia. Não raramente, as pessoas que têm rinite alérgia também sofre que alergias cutâneas (urticárias), bronquites alérgicas e quadros de distúrbios intestinais e enxaquecas.O ponto fundamental no tratamento é afastar o agente causador da alergia, tão longo tenha sido determinado.

Obstrução nasal

A obstrução nasal, decorrente do edema da mucosa e o alívio da obstrução nasal pelo uso de agentes vasoconstritores pode fazer com que eles sejam usados de modo abusivo, ocasionando o agravamento da obstrução por efeito rebote.

Medidas antiinflamatórias

A utilização de medicamentos anti-histamínicos, que bloqueam ação da histamina, ou medicamentos simpaticomiméticos tópicos (spray nasal) ou sistêmicos visam descongestionar o tecido nasal, permitindo um respirar normal.

Terapia imunológica

A imunoterapia, ou seja terapia do sistema imunológico, envolve a injeção (vacinas) de doses mínimas do antígeno lesivos no paciente. Essa terapia visa reduzir os níveis séricos de Imunoglobulina E – IgE, e aumentar os anticorpos IgG (imunoglobulina G) que atuarão como anticorpos bloqueadores, diminuindo a sensibilidade das células (eosinófilos e mastócitos) liberadoras de histaminas e diminuindo a responsividade  dos linfócitos. O uso de corticoterapia está indicado para diminuir a intensidade do processo inflamatório.

 

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Rinite alérgica – Como é feito o diagnóstico?

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Rinite alérgica


Como é feito o diagnóstico

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Citologia da mucosa  nasal

Diante da suspeita clínica de rinite alérgica um bom exame para confirmar o diagnóstico é a citologia do material colhido da mucosa nasal, pelo médico otorrinolaringologista. A presença de eosinófilos em grande quantidade na lâmina obtida de esfregaço de material nasal permite o diagnóstico de rinite alérgica. Por outro lado, a presença de células inflamatórias, principalmente neutrófilos, fala a favor de infecção bacteriana que pode estar agravando o quadro.

Avaliação sérica

A pesquisa de imunoglobulina E – IgE no plasma, contagem de eosinófilos no sangue periférico, dosagens hormonais da tireóide, dosagem dos níveis de estrogenios servem para indicar a causa da rinite alérgica.

Rinoscopia

A visão direta da mucosa nasal realizada por médico otorrinolaringologista, denominada rinoscopia, permite a visualização do estado da mucosa nasal e dos cornetos nasais, confirmando o diagnóstico e avaliando o grau de lesão causado pela alergia.

Teste cutâneos

Os testes cutâneos com os diversos alergenos permite selecionar  e esclarecer qual é o agente causador da alergia, permitindo a confecção de vacinas que protegem e desensibilizam o paciente.

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Rinite alérgica – Exposição ao frio e micro-organismos

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Rinite alérgica


Como se prevenir

rinite

A mucosa nasal apresenta uma riqueza vascular e uma considerável inervação autonômica (nervos simpáticos e parassimpáticos), que torna as fossas nasais  e as cavidades paranasais predispostas à reação alérgica. A inervação simpática contrai os vasos, reduzindo as secreções, enquanto o sistema parassimpático produz vasodilatação, aumentando as secreções nasais. Estes fenômenos pode bem ser sentido quando estamos exposto ao clima frio, onde ocorre uma maior produção de muco no sentido de aquecer o ar que entra em nossas narinas e ao mesmo tempo lubrificando-a. Assim, é fácil entender que o excesso de utilização de ar condicionado pode provocar crônicamente lesões na mucosa nasal expondo a pessoa a apresentar rinites alérgicas. Sem considerar o enorme potencial dos sistemas de ar condicionado com manutenção vencida, foco de ácaros e outros produtos animais de alta antigenicidade.

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