Arquivo de Distúrbios funcionais

Cobalto – Deficiência: O que causa?

Categoria(s): Alimentos funcionais, Atuação Preventiva, Distúrbios funcionais, Terapia antioxidante


Terapia antioxidante

A deficiência do mineral cobalto no organismo leva a inúmeras complicações, como dificuldade para defecar, dor na região do fígado e baço principalmente ao respirar fundo. Há alteração no metabolismo de lipídeos e glicose, na produção de hormônios da tireóide e nas funções hepato – pancreáticas.

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Endometriose – Qual o papel dos xenobióticos?

Categoria(s): Cuidados alimentares, Distúrbios endócrinos, Distúrbios funcionais, Distúrbios urogenitais


Os xenobióticos, substâncias estranhas e tóxicas ao organismo humano, provenientes da poluição ambiental, gem causando maniestações de diversas doenças hormônio-dependentes. No caso da endometriose, a substância até agora mais relacionada à ocorrência da doença é a dioxina, um produto de processos industriais de fabricação de pesticidas e da incineração de lixo. è provável que a contaminação do ser humano se dê por meio da ingetão de alimentos como carnes, leites e derivados.

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Terapia neural – segundo Huneke

Categoria(s): Distúrbios funcionais, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios neurológicos, Terapias complementares


Terapia complementar

A terapia neural consiste na aplicação de anestésicos em plexos nervosos para se obter a liberação dos pontos e focos de interferência existente no corpo humano doente. Esta terapêutica vem sendo utilizada desde os anos de 1920 na Europa. Ferdinand Huneke (foto) estudou e divulgou as técnicas e os pontos de aplicação dos anestésicos  de acordo com as necessidade de cada paciente de acordo com a patologia que se visa tratar.
Os primeiros estudos foram realizados pelo professor Peter Dosch, que procurava tratar dores crônicas, com bloqueios funcionais com a utilização de anestésicos em pontos específicos do paciente. Nos seus estudos o professor Peter Dosch observou apreciável melhora, mesmo quando se tratava de aplicação em áreas de cicatrizes antigas. Verificou a existência de pontos de aplicação, chamando-os de campos de interferência biológica, os quais estavam associados a múltiplos sintomas de determinas sindromes funcionais, que respondiam as aplicações com grande melhora clínica.

O anestésico comumente utilizado é a procaína a 0,5%, cuja função vaso dilatadora está presente.

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