Arquivo de Distúrbios imunológicos

Infecção pelo HIV – A circuncisão protege?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Distúrbios imunológicos, Distúrbios urogenitais, Infecções virais, Infectologia


Prevenção

Estudos clínico no continente africano comprovaram uma constatação de que homens circuncisados correm muito menos risco de contrair o vírus HIV. O estudo mostrou que a presença da circuncisão diminui em até 65% no risco de contágio entre os homens nas relações heterossexuais.

Acredita-se que as células do prepúcio sejam mais sensíveis ao vírus HIV, assim a circuncisão ou postectomia (retirada do excesso de prepúcio) diminui os riscos de infecção, estando indicado este método preventivo nos locais de alta incidência de infecção pelo HIV. Porém, o homem jovem submetido à circuncisão não deve manter relações sexuais por 30 (trinta dias), período de cicatrização completa. A ONU apoia este procedimento preventivo, julgando que assim poderá diminuir a taxa de 14 mil casos novos diários de infecção pelo HIV.

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Gripe – Vacinação

Categoria(s): Atuação Preventiva, Distúrbios imunológicos, Infectologia, Programas de saúde


Prevenindo a gripe – vacinação

Atualmente com o crescimento da utilização de viagens internacionais da população com mais de 60 anos (considerada mais vulnerável) tem facilitado a disseminação das infecções, sobretudo vírus. Isso exige da política internacional de saúde, com estratégias adequadas, e atenção especial à ampliação das coberturas vacinais dos grupos de risco, assim como às pesquisas e ao desenvolvimento de vacinas.

vacinaA gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemia em escala mundial) responsáveis por mais de 50 milhões de mortes, problemas sociais e perdas econômicas: a Gripe Espanhola (1918), a Gripe Asiática (1957) e a Gripe de Hong Kong (1968). Especialistas acreditam que uma nova pandemia poderá acontecer nos próximos anos, provocando milhões de casos da doença. A característica mutável do vírus influenza, causador da gripe, reforça essa hipótese.

Estimativas indicam que a vacina contra a gripe provoca redução da mortalidade em até 50% entre a população idosa. Além disso, promovem a redução de 19% do risco de hospitalização por doença cardíaca e em até 23% do risco de doenças cerebrovasculares. Os pacientes idosos mantêm, em geral, a infecção por semanas e podem apresentar complicações. As mais freqüentes são a pneumonia bacteriana, a pneumonia viral primária e o agravamento de doenças crônicas pré-existentes. A gravidade aumenta com a idade
No Brasil as campanhas de vacinação do idoso ocorrem no mês de abril, com a meta de vacinar 11 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, correspondendo a 70% dos 15,7 milhões de idosos.

O objetivo das campanhas é proteger a população idosa das complicações da gripe e de outras doenças preveníveis por vacinas, uma vez que esta faixa etária é mais vulnerável às enfermidades.


Referência:

Guia do idoso do SERASA – Guia de orientação ao cidadão

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Pneumonite Intersticial Aguda (PIA) – O que é?

Categoria(s): Distúrbios imunológicos, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios respiratórios, Emergências


Dicionário

pneumonite-intersticial

A pneumonite interstical aguda (PIA) que ocorre mais freqüentemente entre 20 e 40 anos, sem preferência por sexo. A PIA é uma doença febril com sintomas semelhantes a gripe com surgimento tardio da dispnéia. Estertores criptantes são comuns e a radiografia de tórax mostra lesões infiltrativas bilateralmente. A biópsia revela lesão alveolar difusa, com formação de membranas hialinas.

A PIA tem um prognóstico ruim as taxas de sobrevida variam entre 15% e 40%. A terapia com glicocorticóide, comumente utilizada, é pouco efetica

Diagnóstico diferencial

Uma variante rara de bronquiolite obliterante com pneumonia organizante (BOOP), chamada de BOOP fulminante ou BOOP rapidamente progressiva, tem características clínicas semelhantes, porém com quadro histopatológico distinto. A BOOP fulminante responde ao glicocorticóide, mas tem prognóstico pior que a BOOP idiopática.

Referências:

Cohen AJ King TE Jr Downey GP – Rapidly progressive bronchiolitis obliterans with organizing pneumonia. Am J Respir Crit Care Med. 1994;149:1670-1675.

Olson J, Colby TV, Elliott CG – Hamman-Rich syndrome revisited. Mayo Clin Proc 1990;65:1538-1548

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