Arquivo de Distúrbios respiratórios

Asma – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios respiratórios


A asma é uma doença inflamatória das vias aéreas inferiores caracterizada por resposta exacerbada aos agentes agressores alergênicos (como pó, odores, medicamentos, alimentos, etc) e limitação do fluxo de ar nos pulmões, reversível espontaneamente ou com o tratamento. É uma doença pulmonar que envolve diversos fatores genéticos, alergênicos, socioeconômicos, psicológicos e exposição ambiental, e se manifeta por episódios de falta de ar (dispnéia), aperto no peito, tosse e broncoespasmo (chiado no peito), particulamente à noite e pela manhã, ao despertar.

Graças ao excesso de poluição ambiental, surgimento inúmeros produtos químicos (conservantes, corantes, dispersantes,etc) adicionados aos alimentos industrializados, agrotóxicos e fármacos diversos, a incidência e prevalência da asma estão aumentando em todo o mundo, causando milhares de internações e óbitos. No Brasil, segundo dados colhidos junto aos Sistema Único de Saúde (SUS) a asma é a quarta maior causa de internações nos hospitais públicos.

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Asma – Como tratar?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Distúrbios respiratórios


A  asma deve ser cuidada de forma imediata, criteriosa e eficientes, de maneira a evitar danos irreparáveis aos pulmões. Antes de tudo, deve-se identificar os riscos que a pessoa apresenta, pois a mortalidade na forma grave da asma tem como causa a asfixia. Atualmente o tratamento da asma tem contado com medicamentos mais eficientes, que resultam em menores doses e menor número de complicações. Além dos broncodilatadores ß2-agonistas de ação imediata e que fica pouco tempo no corpo para ser metabolizado e eliminado, produzindo alívio imediato dos sintomas e numa apresentação que diminui os efeitos colaterais, como os dispositivos em aerossol dosimetrado (spay) e os inaladores de pó, conta-se também com esses mesmos broncodilatadores de ação prolongada, que dão maior comodidade a pessoa, permitindo a sua utilização apenas duas vezes ao dia.

Os medicamentos utilizados são: broncodilatadores ß2 de curta duração para alívios dos sintomas. Para manutenção do tratamento, a droga de primeira escolha são os corticosteróides na forma inalatória em altas doses mais broncodilatadores ß2 de longa duração e corticosteróides via oral. O uso de brometo de ipratrópio e de antileucotrienos são drogas adicionais que podem ajudar nos casos de baixa resposta ao tratamento citado acima.

Caso o paciente apresente dificuldade para falar, demonstrar exaustão, cianose (pontas dos dedos e lábios com coloração azulada) ou rebaixamento do nível de conciência, o mesmo deve ser encaminhado imediatamente para os centro de terapia intensiva para oxigenoterapia em respiradores mecânicos.

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