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FLORAL DE BACH – A Escolha adequada do floral

Categoria(s): Distúrbios psiquiátricos, Medicamentos, Medicina das plantas


Equilíbrio das Emoções – FLORAL DE BACH

A escolha adequada do Floral de Bach depende inicialmente do reconhecimento dos sentimentos, ou seja, analisar e entender os sentimentos para poder equilibrar as emoções.

Dr. Edward Bach inferiu que a origem das doenças seria proveniente de sete defeitos: orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, ignorância, instabilidade mental, cobiça e gula. Apontou sete caminhos do equilíbrio emocional, que seriam: paz, esperança, alegria, fé, certeza, sabedoria e amor.

O Dr. Bach descobriu que existem sete grupos emocionais gerais, nos quais se baseou para classificar 38 essências individuais, além do Rescue, que é a combinação de cinco delas. Cada uma das essências esta relacionada com um estado emocional específico.

 

 

 

Os sete grupos emocionais são:

1ª :  Para os que tem medo: ROCK ROSE / MIMULUS / CHERRY PLUM ASPEN / RED CHESTNUT

2ª :  Para indecisão: CERATO / SCLERANTUS / GENSIAN /GORSE /HORN BEAN / WILD OAT

3ª : Para falta de interesse pelas circunstâncias atuais: CLEMATIS / HONEY SUCKLE / WILD ROSE /WHITE CHESTNUT / OLIVE / MUSTARD /CHESTNUT BUD

4ª : Para solidão: WATER VIOLET / IMPATIENS / HEATHER

5ª : Para sensibilidade excessiva a influências e opiniões alheias: AGRIMONY / CENTAURY /WALNUT / HOLLY

6ª : Para os que estão desesperados e abatidos: LARCH / PINE / ELM /SWEET CHESTNUT / STAR OF BETHLEHEN/ WILLOW / OAK / CRABB APPLE

7ª : Para os que tem preocupação excessiva com o bem estar dos outros: CHICORY / VERVAIN / VINE/BEECH / ROCK WATER

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Nonobiotecnologia: Nanodrogas – O que é?

Categoria(s): Medicamentos, Medicina das plantas


Avanços da medicina

Nanobiotecnologia

nanobiotecnologia

Uma das grandes dificuldades do tratamento farmacológio é o excesso de medicamentos utilizados e universalização desses pelo corpo humano. Quando utilizamos um determinado antibiótico para o tratamento de uma infecção, exemplo sinusite, o corpo acaba recebendo uma elevada dose desse antibiótico em áreas sadias, causando, muitas vezes, intoxicação medicamentosa. A nanotecnologia está permitindo uma nova visão no tratamento farmacológico. Quando pensamos em nanotecnologia vem a mente pequenos “robots” entrando em nosso corpo para agir reparando a região lesada ou infeccionada, como na figura. Na verdade a nanotecnologia está estudando formas de produzir e administrar farmacos, de dimensões nanométricas, a partir de soluções contendo substâncias ativas de uma antibiótico e um antiinflamatório, por exemplo.

O mundo nanoscópico se vale de fenômenos físicos, químicos e biológicos e de estruturas com dimensões da ordem de um bilionésimo do metro (o comprimento equivalente a 10 átomos de hidrogênio alinhados) para transformar substâncias farmacológicas às células lesadas. Os nossos “robots” de dimensões moleculares são lipossomas, nanocarreadores, fosfolipídios ou polímeros biodegradáveis, ou seja substâncias biológicas assimiláveis pelo organismo humano.

Manipuladas em um equipamento de pulverização a seco, denominado spay dryer, as substâncias são transformadas em gotas e “empacotadas” em nanocápsulas de diversos tamanhos. Estas substâncias podem, então, serem injetadas na corrente sanguínea, aplicadas na pele, feridas, mucosas, ou via oral. As nanopartículas do medicamento atravessam a membrana das células doentes por um mecanismo de atração molecular, que é o ponto chave dessa tecnologia. A liberação da medicação se dá de forma mais concentrada nas células da área doente, não atingindo, assim, as células dos órgãos sadios. Assim, as nanodrogas também podem ser administradas sob a forma de pomada, por via oral ou em comprimidos, não só na forma injetável.

Por exemplo, uma das grande vantagens da nanotecnologia será de permitir o uso de medicamentos na concentração necessária para o tratamento de doencas como o câncer em estágios avançados, sem os conhecidos efeitos colaterais dos atuais oncoterápicos. Pois como se sabe, os efeitos colaterais são frequentemente dose dependente.

Nanoveículos

Existem em estudos diversas substâncias com propriedades especiais que podem servir de veículos para medicamentos destinados a determinadas doenças, por exemplo micropartículas do polímero de quitosana, um material biodegradável, derivado dos crustâceos, para administração oral. Os medicamentos assim elaborados é mais bem aceito pelo sistema gastrointestinal do que o comprimido tradicional. Outro veículo, em estudo, são nanopartículas lipídicas, semelhantes membranas das células humanas, extraídas de soja ou do ovo. Estes lipossomas são utilizados para encapsular e transportar diversas substâncias terapêuticas em uma dose bem inferior as atualmente utilizadas.

Referência:

Carvalho FC, Barbi MS, Gremião MPD – Evaluation of in vitro release of AZT from Microemulsions. College of Pharmaceutical Sciences of São Paulo State University, Unesp, Araraquara. Brazil, 2009. [on line]

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Hiperplasia Prostática Benigna (HPB) – Como é o tratamento?

Categoria(s): Distúrbios urogenitais, Medicamentos, Medicina das plantas, Tratamento cirúrgico


Tratamento

Tratamento medicamentoso – Quando os sintomas interferirem na qualidade de vida, um número expressivo de pacientes com HPB estádios I e II precisam de tratamento clínico. Para isto existem várias categorias de drogas disponíveis: os inibidores da 5-a-redutase (p. ex.: finasterida) que atuam sobre o metabolismo dos androgênios da próstata, inibindo significativamente a formação de diidrotestosterona (DHT). Sua desvantagem está na redução considerável dos níveis de PSA em 50% do seu valor, importante no diagnóstico de neoplasias prostáticas e no fato de poder causar prejuízo na ereção. Outra categoria é a dos a-1-bloqueadores seletivos da próstata (p. ex.: prazosim, terazosim, alfuzosina) que agem rápida e eficazmente nos receptores a-1-adrenérgicos prostáticos, mas em decorrência de seu efeito hipotensor, eles podem acarretar problemas, especialmente nos idosos. Em adição a estes agentes, extratos de plantas (Prunus africana, Populus tremulus, Pygeum africanum), particularmente o extrato lipidoesterólico da Serenoa repens, têm sido usados já há algum tempo no tratamento da HPB. Para estes produtos foram sugeridos vários mecanismos de ação, por exemplo, foi demonstrada inibição de ambos os tipos de 5-a-redutase, e um efeito sobre a formação do edema prostático. Presume-se que estes produtos tenham uma ação multifatorial.

Tratamento cirúrgico – Existem várias opções para o tratamento da HPB. Apesar de a ressecção prostática transuretral (RTU) ser o “tratamento padrão” nos casos avançados, nos estádios mais precoces uma abordagem livre de tratamento, somente de observação, é frequentemente defendida.

Atualmente, existem várias opções de tratamento que são menos agressivas que a RTU. Podemos citar a incisão transuretral da próstata que pode ser empregada em próstatas menores que 30g. A eletrovaporização da próstata consiste no uso de corrente de corte de maior intensidade que a normalmente empregada na RTU. No entanto, sua restrição está no tratamento de próstatas muito volumosas. O uso do laser para tratar HPB foi recebido com grande entusiasmo. No entanto, os custos envolvidos, o uso prolongado de sonda vesical e a presença de sintomas miccionais pós-operatórios persistentes por longos períodos inibiram sua aceitação mais ampla.

Referência:

Barry HJ, Fowler FJ Jr, O’Leary MP: The American Urological Association symptom index for benign prostatic hyperplasia. The Measurement Committee of the American Urological Association. J Urol 1992; 148(5): 1549-57.

Hollander JB, Diokno AC: Prostatism: Benign prostatic hyperplasia. Urol Clin North Am; 1996; 23(1), 75-86.

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