Arquivo de Medicina das plantas

Fitoesterol – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Medicina das plantas


Fitoterápicos

Os fitoesteróis são moléculas similares ao colesterol e são encontrados nos vegetais, como o dong quai mostrado na figura. A estrutura de uma molécula de fitoesterol difere sutilmente da estrutura da molécula de colesterol, possuindo uma dupla ligação em sua estrutura ou a presença de um grupamento metil ou etil no carbono 24 de sua estrutura. O fitoesterol compete com o colesterol no organismo, diminuindo a absorção do colesterol e conseqüentemente prevenindo patologias como aumento no colesterol LDL, aterosclerose e doenças coronárias.

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Orégano (Origanum vulgare) – O que é?

Categoria(s): Cuidados alimentares, Dicionário, Distúrbios digestivos, Medicina das plantas


Fitoterápicos

Origanum vulgare

oregano

O orégano produz a impressão de ser uma variante mais rústica da manjerona.

O orégano cresce espontaneamente na Europa e se estende até a Ásia. Ele atravessa pois os Alpes. Um pouco mais alta que a manjerona, sua inflorescência com flores rosas se separa do aparelho foliar de maneira bastante acentuada. O orégano se contenta com solos pobres e encostas bastante acentuadas ou as bordas das florestas. A agricultura o faz desaparecer.

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Hypericum perforatum – O que é?

Categoria(s): Dicionário, Distúrbios psiquiátricos, Medicina das plantas


Fitoterápicos

Hypericum perforatum

hypericum perforatum

O Hypericum perforatum, pertencente à família das Híperícaceae, é uma espécie nativa da Europa, Ásia e África, aclimatada nos Estados Unidos.

O gênero Hypericum conta aproximadamente com 370 espécies anuais, arbustivas e semi-arbustivas perenes e semi-perenes, encontradas principalmente nas regiões temperadas. Uma grande variedade de grupos provê muitas plantas finas de jardinagem para a maioria das aplicações. Hypericum pode derivar do grego hyper, “acima”, e eikon, “pintura”. de vez que as flores eram colocadas sobre imagens religiosas para afastar o mal no Dia de Solstício de verão do norte (24 de Junho, Dia de São João).

Para fins medicinais colhe-se a planta inteira e particularmente as cimeiras, na época da plena floração e com tempo ensolarado. São secadas à sombra, sob corrente de ar, ou num secador, a temperatura de 35°C no máximo. Os antigos alegavam que as propriedades mágicas do Hypericum perforatum eram, em parte, devidas ao pigmento vermelho fluorescente, um flavonóide denominado hipericina que escoa como sangue das flores esmagadas. Além da hipericina, contêm taninos (as flores até 16%), glicosídeos: rutina, hiperina, ocatecol peflavite (vitamina P), flavonóides, xantonas, ácidos carboxílicos fenólicos, óleos essenciais, carotenóides, alcanos, derivado de floroglucinol, fitosteróis, e ácidos gordurosos alcoólicos de cadeia média. O Tanino, em uma concentração média aproximada de 10%, é provavelmente o responsável pela ação adstringente da Erva de São João e o efeito precipitador de proteína, contribuindo para o tradicional uso tópico da planta como um agente curador de feridas.

Propriedades químicas

Quimicamente contém derivados antraquinônicos (hypericina, isohypericina, prothypericina); flavonóides (kaempferol, quercetina, Iuteolina); glicosídeos (hyperosídeos, isoquercetrina, quercitrina, rutina); biflavonóides (biapigenina e amentofiavona) e catequinas; contém ainda 8 a 9 % de taninos não-identificados, fenóis (ácido cafêico, ciorogênico, p-cumárico, ferúlico, hidroxibenzóico, vaníiico-1 éster 3,5 – dinitrobenzoato) e derivados floroglucinóis premiados; ainda contém óleos essenciais na proporção de 0,05 a 0,9 %, cujos maiores constituintes são metil-2-octano, n-nonano, a-e-b-pinenos, a-terpineol, geraniol, mirceno, limoneno, cariofileno e humuleno; apresenta por fim carotenóides, colina, nicotinamida, pectina, beta-sitosterol, ácidos isovaleriânico, nicotínico, misístico, paimítico e eseárico.

Referências

1. Bombardelli, E. et ai. Hypericum perforaturn. Fitoterapia, 1995; 1: 43-68.
2. Demisch, L. et ai. Pharmacopsychlatry, 1989; 22: 194, 7.
3. Perovic, S. et ai. Arzneimittel-Forschung, 1985, 45(11):1 145-1 148.
4. Thicie, B. et ai. Modulation of the cytokine expression by Hypericum extract. Nervenhellkunde, 1993; 12: 353-356.

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