Arquivo de Sexualidade e DST

Saúde através das plantas – GUAÇATONGA (Casearia sylvestris)

Categoria(s): Distúrbios cardiocirculatórios, Distúrbios Inflamatórios, Medicina das plantas, Sexualidade e DST


Saúde através das plantas – GUAÇATONGA (Casearia sylvestris)


Casearia sylvestris

Conhecida popularmente como café-bravo, carvalhinho, café-do-brejo, erva-de-bugre.

Possui propriedades antisséptica, cicatrizante, antimicrobiana, fungicida, calmante, sudorífera,  diurética, estimulante do sistema circulatório, afrodisíaca, anestesiante, antiespasmódica, antihemorrágica, antirreumática, e imunoestimulante.

A guaçatonga pode ser usada em hemorragias leves, picada de inseto, micoses, prurido, úlcera gástrica e feridas. É eficaz no combate a aftas, sapinho e herpes simples. Em odontologia pode ser utilizada para gengivite e antitártaro.

Contra Indicação – Em gestantes ou mulheres em fase de lactação devem evitar o uso de guaçatonga. Esta planta medicinal estimula as contrações uterinas podendo causar um aborto espontâneo.

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Sífilis, HPV, Herpes genital – Sexualidade e DST

Categoria(s): Espiroquetas, Infecções virais, Infectologia, Sexualidade e DST


Sexualidade

Saiba como se proteger das doenças sexualmente transmitidas (DST) conhecendo-as. Visite as páginas sobre o tema acessando a barra de comando Sexualidade no topo do site.

Sífilis é uma doença infecciosa, transmitida sexual, que foi muito frequente no passado, perdeu um pouco a importância com o tempo, mas atualmente está voltando a preocupar, porque vem infectando um número cada vez maior de pessoas. É também conhecida como lues ou cancro duro, é resultante da infecção pela espiroqueta microaerofílica Treponema pallidum. O T pallidum, sendo muito fino para ser visualizado por corantes convencionais, como o corante Gram, so pode ser visto por corantes a base de prata, exame de campo escuro e técnica de imunofluorescência.


HPV Human Papillomavirus – O papilomavírus humano pode infectar o trato genital de forma assintomática ou visível como verruga na região anogenital. Inicialmente, esta era a única apresentação clínica reconhecida e incomodava pelo aspecto estético, volume e dificuldade no tratamento. Houve mudança radical na condução das verrugas anogenitais quando se descobriu que poderiam sofrer transformação maligna e associar-se a neoplasia intra-epitelial e câncer de colo uterino e talvez do pênis. Esta doença sexualmente transmitida – DST é altamente prevalente (30% a 50%) em grupos sexualmente ativos. O aparecimento das verrugas ocorrem após o período de incubação do vírus, podendo variar de três semanas a oito meses.

Verruga anogenital

O condiloma acuminado ou “crista de galo”, apresenta-se como crescimento verrucoso róseo, indolor, com aspecto de couve-flor, em genitais, região perianal e bucal ou uretra. Apresenta cor branco-acinzentada em pele queratinizada ou vermelho-rosada em área mucosa. Surge em áreas submetidas a trauma durante a relação sexual no homem não circuncidado e é prevalente na face interna do prepúcio, no frênulo prepucial e no sulco coronal. Corpo peniano, glande e fossa navicular uretral são acometidos em menor freqüência. O meato uretral pode ser atingido em 10% a 28% dos casos. As verrugas genitais são assintomáticas, surgindo em áreas úmidas e quentes, como lesão única ou múltiplas de tamanho variável, nas regiões anogenital e bucal.

Os médicos ginecologistas ao diagnosticar infecção pelo HPV e suas clientes devem encaminhar os seus parceiros para uma consulta com médico infectologista ou urologista.


O herpes genital é uma infecção pelo Herpesvirus hominis (sorotipos 1 e 2). No herpes genital surgem vesículas com base inflamatória, que se rompem, ulceram e se tornam cobertas com exsudato branco-acinzentado. Os sintomas locais são dor, disúria, ardor, formigamento e prurido. A infecção primária tem o quadro clínico mais intenso que o herpes recorrente. As manifestações sistêmicas como febre, mal-estar, anorexia e linfadenopatia inguinal bilateral podem ocorrer. A evolução é autolimitada e dura até três semanas. A infecção recorrente apresenta-se mais branda e sem sintomas gerais, mas pode associar-se aos sintomas iniciais no local do surgimento das lesões: prurido, formigamento, dor ou queimação. O quadro clínico se resolve em oito a dez dias.

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Doença de Peyronie – O que é?

Categoria(s): Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios urogenitais, Sexualidade e DST


Dicionário

A doença de Peyronie é caracterizada pelo surgimento de uma placa fibrosa na túnica albugínea peniana que pode causar curvatura peniana durante a ereção. A ereção costuma ser dolorosa e, às vezes, é acompanhada de disfunção erétil.

O diagnóstico da doença de Peyronie tem se tornado muito mais freqüente recentemente, porém esse aumento pode refletir muito mais a busca dos homens por tratamento do que um aumento real da incidência dessa doença. De qualquer forma, a incidência aumenta de acordo com a idade, de 4,3 por cem mil homens entre 20 e 29 anos até o pico de incidência de 66 por cem mil homens entre 50 e 59 anos. Cerca de dois terços dos pacientes se encontram entre os 40 e 60 anos de idade.

Referências:

Usta MF at al. – Relationship between the severity of penile curvature and the presence of comorbities in men with Peyronie’s disease. J Urol 2004;171:775-779.
Gholani SS at al.- Peyronie’s disease: A review. J Urol 2003; 169:234-241.
Devine CJ JR et al.- Proposal: Trauma as the cause of the Peyronie’s lesion. J Urol 1997;157:285-290.
Sikka SC and Hellstrom WJ – Role of oxidative stress and antioxidants in Peyronie’s disease. Int J Impot Res 2002;14:353-360.

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