Rinite alérgica – Exposição ao frio e micro-organismos

Categoria(s): Distúrbios imunológicos, Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios respiratórios


Rinite alérgica


Como se prevenir

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A mucosa nasal apresenta uma riqueza vascular e uma considerável inervação autonômica (nervos simpáticos e parassimpáticos), que torna as fossas nasais  e as cavidades paranasais predispostas à reação alérgica. A inervação simpática contrai os vasos, reduzindo as secreções, enquanto o sistema parassimpático produz vasodilatação, aumentando as secreções nasais. Estes fenômenos pode bem ser sentido quando estamos exposto ao clima frio, onde ocorre uma maior produção de muco no sentido de aquecer o ar que entra em nossas narinas e ao mesmo tempo lubrificando-a. Assim, é fácil entender que o excesso de utilização de ar condicionado pode provocar crônicamente lesões na mucosa nasal expondo a pessoa a apresentar rinites alérgicas. Sem considerar o enorme potencial dos sistemas de ar condicionado com manutenção vencida, foco de ácaros e outros produtos animais de alta antigenicidade.

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Rinite alérgica – O que provoca?

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Rinite alérgica


Compreendendo o fenômeno

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A rinite alérgica em geral é causada por produtos inalantes, produtos químicos e alimentos. Os inalantes costumam produzir uma resposta alérgica imediata após a exposição, tornando fácil a sua identificação. Os agentes inalantes costumam ser pólens, pêlos de animais, esporos de fungos e poeiras domésticas (cascas de ácaros e insetos). As alergias alimentares são mais difíceis de diagnósticar. Os sintomas de alergia alimentar fixa,surgem cada vez que o alimento é ingerido, e a alergia alimentar cíclica baseia-se na quantidade e frequencia que o alergeno é consumido.

Como produtos adicionados aos alimentos (aromatizantes, corantes, conservantes, educolantes, etc) são cada vez mais frequentes as alergias alimentares podem ser causadas por estes produtos e não pelo alimento em si.

Como ocorre a alergia

A pessoa sensível produz uma quantidade exagerada de anticorpos do tipo Imunoglobulina E – IgE na superfície das células inflamatórias (mastócitos e basófilos) existentes no sangue e tecidos. Quando os produtos que provocam a alergia  ligam-se à IgE, causam a liberação de mediadores químicos, tipo histamina, pelos mastócitos e basófilos, produtores dos sintomas da alergia. A rinite alérgica não costuma ocorrer na primeira vez que a pessoa tem contato com a agente produtor de alergia, mas depois que o organismo reconhece o micro-organismo ou produto como estranho a pessoa e as células de defesa (linfócitos e plasmócitos), produzem os anticorpos contra o agente estranho..

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Rinite alérgica – A defesa exagerada

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Rinite alérgica


Compreendendo o fenômeno

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A rinite alérgica é um hiperfuncionamento das glândulas nasais e inflamação tecidual consequente a exposição a um agente que cause alergia ao paciente. As características da rinite são: congestão nasal, rinorréia (produção de grande quantidade de muco nasal), obstrução nasal, prurido nasal, e crises de espirro.Este conjunto de sintomas recebe o nome de coriza, ou seja Coriza é a inflamação da mucosa nasal, acompanhada eventualmente de espirros, secreção e obstrução nasal.

Do ponto de vista médico a rinite alérgica é entendida como uma enfermidade nasal sintomática induzida por inflamação mediada por imunoglobulina E (IgE) após exposição da mucosa a alérgenos aos quais o paciente é sensível. A rinite alérgica afeta indistintamente ambos os sexos.

Embora a rinite não apresente risco de vida, leva a uma perturbação geral e redução da qualidade de vida, motivando a consulta médica.

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