Obesidade – Episódios compulsivos de comer

Categoria(s): Distúrbios endócrinos, Distúrbios psiquiátricos


Obesidade


Episódios compulsivos de comer (Binge Eating)

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Os episódios compulsivos de comer (Binge Eating) aparecem apenas na Compulsão Alimentar Periódica. Estes episódios de Binge Eating não são motivados apenas uma fome fisicamente determinada, mas por um impulso irrefreável de ingerir comida em grande quantidade. Pode se comer tudo que estiver disponível, durante esses episódios, mesmo sem tomar o paladar como critério, ou seja, são ingeridas comidas frias, alimentos doces misturados com salgados, alimentos vencidos, e assim por diante. O que interessa mesmo é a quantidade.

Diagnóstico

Para caracterizar o diagnóstico, esses episódios devem ocorrer pelo menos dois dias por semana nos últimos seis meses, associados a algumas características de perda de controle e não acompanhados de comportamentos compensatórios extremos para a perda de peso como vômito e laxantes

Tratamento

A etiologia ainda não foi esclarecida, mas se supõe que as crises de compulsão alimentar ocorram por surtos, e o uso de antidepressivo pode ser usado concomitante a tratamento psicoterápico comportamental.

O anticonvulsivante topiramato, normalmente usada para controlar convulsões, pode ser indicado para reduzir os episódios de compulsão alimentar.

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Obesidade – O ato de comer a noite

Categoria(s): Distúrbios endócrinos, Distúrbios metabólicos, Programas de saúde


Obesidade


Síndrome do Comer Noturno

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Stunkard, na década de 1950 descreveu um transtorno de comportamento caracterizado por três componentes principais: pouco apetite de manhã, comer excessivamente à tardinha ou à noite e insônia. Stunkard observou também que a Síndrome do Comer Noturno (SCN) tendia a ser desencadeada pelo estresse e que seus sintomas diminuíam quando o estresse era aliviado.

Em estudos posteriores e muito detalhados (Birketvedt et al, 1999) mostraram que a SCN aparece em 10% das pessoas que se tratam de obesidade e em 27% daquelas submetidas à cirurgia para obesidade.

A SCN se manifesta por comer excessivamente à tardinha ou à noite, mas não compulsivamente, apenas por aumento da vontade de comer. Um dado interessante na síndrome  é que, em média, esses pacientes consumem 56% de toda sua ingestão calórica diária no período noturno, entre as 22 e 6 horas, ao passo que a população geral consume aproximadamente apenas 15% da ingestão calórica diária nesse período.

Uma das características da síndrome  é sua associação com a obesidade, depressão, baixa auto-estima e diminuição da fome diurna. Os pacientes obesos com esta síndrome têm menos êxito nos programas de redução de peso do que pacientes obesos sem a síndrome.

Tratamento

A etiologia  ainda não foi esclarecida, mas se supõe que as crises de compulsão alimentar ocorram por surtos, o que as colocaria próximo das crises epilépticas. Assim, o uso do anticonvulsivante topiramato tem sido o medicamento de escolha para o controle das crises. O uso de antidepressivo pode ser usado concomitante, pois muitos pacientes, também apresentaram quadro de depressão no passado.

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Dores de cabeça – Enxaqueca: Como prevenir a crise

Categoria(s): Distúrbios neurológicos


Enxaqueca

 

Como prevenir a crise

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O tratamento medicamentoso preventivo é muito importante na terapêutica da enxaqueca. A meta principal é a redução em 50% das crises e, em última análise, diminuir o impacto das crises e melhorar a qualidade de vida do paciente.

As diretrizes que devem ser seguidas são:
1) início do medicamento com doses baixas;
2) usar por tempo adequado, no mínimo três meses;
3) evitar medicações concomitantes como anticoncepcionais, estatinas, vasodilatadores, cafeína, uso excessivo de analgésicos;
4) usar somente um medicamento;
5) avaliar doenças concomitantes para detectar oportunidades e limitações do tratamento.

Medicamentos – As medicações preventivas das crises de enxaqueca mais indicadas são os antidepressivos tricíclicos (amitriptilina, nortriptilina), os anticonvulsivantes (divalproato de sódio, gabapentina, topiramato), os beta-bloqueadores (propranolol, nadolol, atenolol) e bloqueadores de canal de cálcio (verapamil, flunarizina).

Terapias não medicamentosas – Técnicas de relaxamento e hipnose podem ser utilizadas como forma de previnir a crise de enxaqueca. Os exercícios físicos devem ser leves, com cargas baixas e de pouca intensidade. Exercícos vigorosos, estenuantes e esportes de competições podem desencadear crise de enxaqueca.

 

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