Dores de cabeça – Cefaléia Tensional ou Enxaqueca

Categoria(s): Distúrbios neurológicos


Cefaléia do tipo tensional ou Enxaqueca

 

cefaléia2O que observar?

A cefaléia mais comum, que acomete até 90% da população é a cefaléia do tipo tensional (CTT), que acomete as pessoas adultas, geralmente acometida de crise nervosa crônica, causando enrigecimento da musculatura da nuca e provocando dores fracas, incomodativas e diárias (no máximo 15 dias no mês).

A enxaqueca ou migrânea é um distúrbio bastante comum que se caracteriza por uma dor de cabeça pulsátil, periódica, com intensidade de moderada a severa, que se agrava com as atividades físicas e o esforço.

A enxaqueca é repetitiva e com as mesmas características, geralmente unilateral e acompanhada, na maioria das vezes, de fotofobia (aversão a claridade), fonofobia (aversão aos barulhos), náuseas e vômitos; tem duração de 4 a 72 horas.

Veja gráfico representativo das formas da cefaléia da enxaqueca e da dor de cabeça tensional

 

cefaleia3

 

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Policitemia vera – Quais os sintomas?

Categoria(s): Distúrbios cardiocirculatórios, Distúrbios hematológicos


Manifestações clínicas

Após longo período sem nenhum sintoma, os pacientes podem apresentar cefaléia, prurido, dispnéia, hipertensão, gota úrica e úlcera péptica (5% a 10% dos casos). Durante o curso da doença, é comum a ocorrência de tromboses, devido ao aumento da viscosidade sanguínea, da estase sanguínea vascular* e da plaquetose (aumento das plaquetas). O infarto miocárdico, pulmonar e cerebral e as tromboses periféricas são freqüentes, podendo atingir, em alguns estudos, 30% a 40%. Essas ocorrências se devem a tromboses em artérias de médio e pequeno calibre, sendo maior nos pacientes tratados somente com flebotomias (retirada de sangue). As tromboses em artérias de grande calibre e as alterações na função e no débito cardíaco são eventos raros.

Os pacientes com policitemia vera apresentam elevada incidência de oclusão coronária; porém, como a faixa etária preferencial é dos idosos, a maioria desses pacientes já apresenta doença aterosclerótica de base. A causa mais freqüente de mortalidade, nessa doença, não é a trombose vascular decorrente da elevação da massa eritrocitária, mas decorrente da presença de história anterior de trombose, em pacientes com mais de 70 anos. A relação entre risco de trombose e idade sugere, nos pacientes com policitemia vera, que o fator vascular é fundamental para que esses eventos ocorram. Em pacientes mais jovens, essa concomitância deve-se ao hábito de fumar. Além disso, há correlação direta entre nível elevado do hematócrito e desenvolvimento de episódios trombóticos. Outra possível complicação da policitemia vera é a presença de hemorragias devido às anormalidades funcionais de plaquetas.

Estase sanguínea vascular – O sangue flui muito lentamente, quase parado no interior do vaso, propiciando a formação de coagulos (trombos).

Na evolução de longo prazo, pode haver uma fase de redução das flebotomias, com relativa diminuição da atividade da doença. Posteriormente, pode haver uma fase de exaustão da medula óssea, onde o paciente passa a ter anemia e plaquetopenia, que pode ser acompanhada de sintomas sistêmicos de febre, perda de peso e sudorese noturna.

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Vitamina B6 – Propriedades (Parte 2)

Categoria(s): Sem categoria


Terapia biomolecular

A vitamina B6 mantém os níveis de magnésio intracelular, essencial para o coração, nervos e musculatura esquelética, que necessitam de atividade elétrica para seu bom funcionamento.  A vitamina B6 promove a síntese de ácidos nucléicos. Cefaléia e fadiga são minimizadas quando se utiliza vitamina B6.

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