Incontinência urinária de esforço – Como tratar?

Categoria(s): Distúrbios urogenitais


Tratamento Fisioterápico

As idosas com sintomas sugestivos de incontinência urinária de esforço podem ser inicialmente tratadas com treinamento da musculatura do assoalho pélvico, mudanças comportamentais e orientações sobre os hábitos miccionais, desde que não apresentem história complexa ou prolapso genital. Pode-se associar o uso de cones vaginais, biofeedback e estimulação elétrica externa.

Nas mulheres, principalmente, multiparas é comum ocorrer à redução da pressão máxima de fechamento uretral devido atrofia dos tecidos que revestem e envolvem a uretra, a bexiga e a vagina, causando a incontinência urinária de esforço. Nessas mulheres na pós-menopausa, ocorre carência do hormônio feminino, o estrogênio, e a terapia de reposição hormonal pode resolver o problema da incontinência urinária de esforço.

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Incontinência urinária de esforço – O que são cones vaginais?

Categoria(s): Distúrbios urogenitais


Tratamento Fisioterápico

As idosas com sintomas sugestivos de incontinência urinária de esforço podem ser inicialmente tratadas com treinamento da musculatura do assoalho pélvico, mudanças comportamentais e orientações sobre os hábitos miccionais, desde que não apresentem história complexa ou prolapso genital. Pode-se associar o uso de cones vaginais, biofeedback e estimulação elétrica externa.

Cones vaginais são cones de plástico com um núcleo metálico em seu interior. Os cones são idênticos em formato e volume, diferenciando-se no peso que varia de 20 a 70 g. Os exercícios devem ser feitos pela paciente em sua casa com três a cinco cones, iniciando com o cone mais leve. A terapia dos cones vaginais é feita com a introdução via vaginal, de pesos progressivos, devendo retê-lo na vagina por um minuto e o objetivo é aumentar esse tempo até 15 minutos. Os exercícios devem ser feitos em duas sessões diárias, durante três meses. Quando este é atingido deve-se inserir um cone mais pesado. O peso do cone na face superior da musculatura perineal promove a sensação que leva a contrair a musculatura do assoalho pélvico oara retor o cone intravaginal. Após atingir o cone mais pesado de todos, deve-se verificar se este cone pode ser mantido, por exemplo, durante a tosse, subir ou descer escadas, caminhadas.

Vários estudos demonstraram uma taxa de sucesso terapêutico de 68% a 79%. As contra-indicações são: infecções geniturinárias, dor vulvovaginal, gravidez e menstruação. A maior desvantagem dos cones é que não apresentam vários tamanhos.

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