Suplemento Alimentar – BENEFÍCIOS DO COBRE

Categoria(s): Terapias complementares


Suplemento Alimentar – BENEFÍCIOS DO COBRE

O cobre tem inúmeras propriedades que o convertem em um componente essencial para o organismo.

Síntese de Hemoglobina – mobilização do ferro para síntese de hemoglobina.

Manutenção do Sistema Imunológico – estimula o sistema imunológico, aumentando as células de defesa, prevenindo o surgimento de doenças e garante uma melhor cicatrização.

Crescimento Ósseo – altamente essencial para formação do colágeno que garante uma maior resistência e firmeza dos ossos. A deficiência de cobre pode ocasionar fraturas ósseas e osteosporose.

Ativação das Funções Neuronais – conhecido como estimulante cerebral, tem um papel importante na proteção da bainha de mielina que envolve os nervos; formação de neurotransmissores, facilitando a comunicações entre as células nervosas e os impulsos nervosos.

Pigmentação de cabelo, pele e olhos – importante papel na síntese de melanina, responsável pela coloração à pele, cabelo e olhos.

Prevenção do envelhecimento – importante papel antioxidante, que funciona na presença da enzima antioxidante superóxido dismutase (SOD), protegendo as membranas celulares dos radicais livres. Formação do colágeno, maior constituinte proteico da pele e, elastina responsável pela elasticidade da pele.

Funcionamento da Tireóide – alimentos ricos em cobre são indicados no tratamento de hipotireoidismo.

Metabolismo do Colesterol – a deficiência de cobre altera o metabolismo do colesterol e da enzima colesterol-hidroxilase, aumentado o nível do colesterol sérico.

Reações Enzimáticas – auxilia várias enzimas a participarem das reações biológicas.

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Doença de Peyronie – Quais as doenças associadas?

Categoria(s): Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios urogenitais, Sexualidade e DST


Associações

Dupuytren

O envelhecimento, a hipertensão arterial e o diabetes estão associados à DP e à DE, embora não existam correlações entre a severidade da curvatura peniana e essas comorbidades. A doença de Dupuytren, caracterizada por nódulos fibróticos na fascia palmar, que deixa fletidos os dedos 4 e 5 da mão (veja figura ao lado), é diagnosticada em 15% a 20% dos pacientes com DP.

Os sintomas da doença de Peyronie são: presença de placa ou fibrose; curvatura peniana durante a ereção, dor peniana e disfunção erétil.

Referências:

Usta MF at al. – Relationship between the severity of penile curvature and the presence of comorbities in men with Peyronie’s disease. J Urol 2004;171:775-779.
Gholani SS at al.- Peyronie’s disease: A review. J Urol 2003; 169:234-241.

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Proteína C Reativa – Como analisar?

Categoria(s): Distúrbios Inflamatórios, Exames laboratoriais, Infectologia


Proteína C Reativa – Análise laboratorial

A metodologia amplamente utilizada para a determinação da proteína C reativa é a imunonefelometria, que permite a liberação de resultados quantitativos, facilitando a interpretação clínica e permitindo o acompanhamento laboratorial de cada caso.

A proteína C reativa reflete a extensão do processo inflamatório ou da atividade clínica, principalmente em infecções bacterianas (e não virais), reações de hipersensibilidade, isquemia e necrose tecidual. Podem-se encontrar valores discretamente elevados de PCR em obesidade, tabagismo, diabetes, uremia, hipertensão arterial, inatividade física, uso de anticoncepcionais orais, distúrbios do sono, álcool, fadiga crônica, depressão, envelhecimento, doença periodontal, entre outras situações. É também um marcador de aterosclerose, sendo um preditor de infarto do miocárdio, morte súbita ou acidente vascular encefálico e deve ter papel na patogênese da aterogênese. A PCR também é importante como marcador de ativação endotelial e indutor de lesão vascular relacionada à inflamação, em especial em placas de ateroma. Pode ser utilizada como preditor de coronariopatias (angina e infarto do miocárdio), por acelerar o processo de aterosclerose.

A denominação de PCR hipersensível, ou ultrassensível, diz respeito a métodos que possam detectar valores mais baixos (menor do que o percentil 97,5) do que os limites dos métodos usuais (menor do que percentil 90), ou seja, exames mais sensíveis, que já identifiquem alterações inflamatórias em pacientes aparentemente saudáveis ou com fatores de risco conhecidos e permitam estimar o risco cardiovascular. Em pacientes com Artrite Reumatóide e lúpus eritematoso sistêmico (LES), a inflamação persistente, demonstrada por dosagens sequenciais de PCR, implica morbidade e mortalidade cardiovascular precoce.

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