Ácido úrico – O que causa se aumento?

Categoria(s): Distúrbios Inflamatórios, Distúrbios metabólicos, Distúrbios osteoarticulares, Exames laboratoriais


Alterações laboratoriais

O que pode causar aumento do ácido úrico?

A hiperuricemia (aumento da taxa de ácido úrico sanguíneo) pode estar ligada a outras causas além do depósito intra-articular. Torna se, portanto, necessário estabelecer o diagnóstico diferencial entre a hiperuricemia primária assintomática, seja a que precede o primeiro episódio da doença, seja a observada no período intercrítico da hiperuricemia assintomática secundária a outras situações mórbidas, como: hemopatias mieloproliferativas, anemia hemolítica, psoríase, sarcoidose, disfunção renal, intoxicação alcoólica, cetoacidose diabética, acidose láctica, doença por depósito de glicogênio tipo I, hipo e hiperparatireoidismo, hipotireoidismo, sedentarismo, jejum prolongado ou ainda utilização de drogas como salicilatos em baixas doses, diuréticos tiazíclicos, penicilina e corticosteróides.

Toda pessoa com ácido úrico elevado, deve ser tratada?
Não, os níveis elevados de ácido úrico não provocam falência renal e, portanto, não há justificativa para se tratar a hiperuricemia assintomática; contudo, se o paciente tem sofrido gota recorrente, os níveis de ácido úrico devem ser normalizados. Porém, tanto na hiperuricemia assintomática primária como na secundária, deve se introduzir terapêutica quando há presença de níveis elevados de hiperuricemia, acima de 9 mg%, uma vez que estudos epidemiológicos têm demonstrado uma freqüência mais alta de complicações e associações patológicas acima deste nível.

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Hipotireoidismo na gestação – O que é?

Categoria(s): Distúrbios endócrinos


Hipotireoidismo gestacional

A gravidez induz importantes alterações fisiológicas no corpo da mulher e uma das mais importantes é a que ocorre na gândula tireoide. A glândula tireoide passa a produzir mais hormônio para suprir a demanda aumentada desde as primeiras semanas de gestação. Caso a mulher apresente um deficit na produção hormonal (hipotireoidismo), por um doença ou falta do iodo na dieta, pode ocorrer maior risco de hipertensão arterial sistêmica, aborto espontâneo, descolamento de placenta, parto prematuro, sofrimento fetal, morte perinatal e recém-nascido com baixo peso. Assim, é muito importante que o ginecologista avalia a função tireoideana logo que a mulher se apresente grávida.

Mundialmente, a deficiência de iodo na dieta é a causa mais comum de hipotireoidismo na gestação.

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Hipotireoidismo na gestação – Como tratar?

Categoria(s): Cuidados preventivos, Medicamentos


Hipotireoidismo gestacional

O tratamento do hipotireoidismo da grávida é semelhante aos tratamento das outras formas de hipotireoidismo. A medicação de escolha é a levotiroxina (LT4) e a dosagem depende do estágio de evolução da gravidez e do controle laboratorial. Sendo indicado o controle rigoroso pelo médico ginecologista e periódico pelo médico endocrinologista.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda ingestão diária média de 250 µg/dia de iodo para as grávidas e as mulheres que estão amamentando.

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