Gravidez – Quais hormônios se alteram durante a gravidez?

Categoria(s): Distúrbios endócrinos


Ciclo ovulatório ou ciclo menstrual – Cada ciclo da mulher tem início quando o hipotálamo, através da hipófise, dá o sinal, por meio do hormônio folículo estimulante (FSH), para que o ovário seja ativado, amadurendo 10 a 20 óvulos. Nos folículos amadurecidos é formado o hormônio estrogênio (hormônio sexual feminino), que passa para o sangue. Entre os vários papéis do estrogênio, um muito importante é o de estimular o crescimento do endométrio (mucosa uterina) com inúmeros vasos sanguíneos, em média este processo dura 9 dias. Ao final do ciclo a taxa de estrogênio é muito alta, depois decai sensivelmente e com isso é dado novo sinal para a hipófise secretar o hormônio luteinizante (LH), num espaço de 16 horas. Sob influência dessas substâncias hormonais o mais maduro dos folículos se rompe liberando óvulo. O folículo, agora vazio, assume uma coloração amarelada (corpo lúteo), e produz a progesterona que se encarrega de que o endométrio permaneça consistente e encharcada de sangue. Se o óvulo não for fecundado, o corpo lúteo morre, esgotando a produção de progesterona e deixando de alimentar a mucosa uterina, que se degenera e provoca a sua eliminação sob a forma de menstruação.

Durante a gravidez se verifica hiperplasia das células produtoras de prolactina da hipófise com resultante aumento da prolactina, dos hormônios tireoideanos, do cortisol, da aldosterona e da insulina, entre outros.

Riscos – A grande mudança nos eixos hormonais da gestante que predispõe ao surgimento de manifestações dos tumores endócrinos nessa fase, sendo, portanto, de grande valia para os médicos que prestarão assistência a gestação conhecê-las, saber como identificá-las e lidar com essas situações, a fim de garantir à futura mãe e ao feto as melhores condições possíveis, mesmo em vigência das complicações que possam surgir.

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Zinco – Qual sua função no organismo humano?

Categoria(s): Cuidados alimentares


Terapia Antioxidante

O zinco atua na síntese das proteínas, melhora a imunidade, o olfato, o paladar e atua junto com o cobre no papel antioxidante e nas cicatrizações. A carência de zinco abre espaço para infecções. Mais de 70 enzimas necessitam do zinco para seu funcionamento, em especial as do sistema imunológico. O zinco atua no metabolismo dos carbohidratos. O pâncreas dos diabéticos possui apenas 25% do valor de zinco, assim como está reduzido nos pacientes com leucemia e nos fígado dos pacientes com cirrose alcoólica.

A absorção, secreção e reabsorção do zinco ocorre no intestino delgado. O zinco é secretado na luz intestinal junto com a bilis, com o suco pancreático e também pelos enterócitos (células que revestem o intestino).

FONTES – A principal fonte de zinco são as ostras frescas. Também pode ser encontrado nos ovos, carnes, pão integral, gengibre e peixes.

DEFICIÊNCIA – Sua deficiência acarreta perda de apetite, falta de paladar e atraso no crescimento.

No sistema reprodutor masculino a carência de zinco provoca diminuição das taxas das testosterona e inibição da espermatogênese. No sistema reprodutor feminino a carência do zinco  é responsável por distúrbios na síntese e excreção do hormônio folículo estimulante (FSH) e do hormônio luteinizante (LH), provocando aumento do número de abortos, pré-eclâmpsia e toxemia gravídica.

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