Doença de Addison – Quais os sintomas?

Categoria(s): Distúrbios endócrinos


Sintomas

Aspectos clínicos

Addison

As manifestações clínicas da doença de Addison são inespecíficas e de difícil reconhecimento por serem muito vagos, como, astenia, perda de peso, anorexia, fadiga, tonteiras, letargia, depressão, cólicas abdominais, náuseas, vômitos, diarréia, redução da libido, impotência e amenorréia.

Os pacientes podem notar que a pele e em especial as cicatrizes têm ficado escurecidas, e no exame das gengivas observa-se um hiperpigmentação ao redor dos dentes, este fato se deve ao aumento de produção de melatonina.

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Testosterona – Quais os benefícios da reposição?

Categoria(s): Distúrbios endócrinos, Distúrbios urogenitais, Sexualidade e DST


Tratamento

Clinicamente o tratamento deve objetivar:
– melhorar a densidade óssea, o que pode ser acompanhado através de densitometria óssea.
– aumentar a massa muscular com conseqüente aumento de sua força e tônus, graças a seu efeito anabólico protéico.
– melhora da libido e da ereção (neste último caso a reposição de testosterona aumenta o fluxo sanguíneo arterial peniano).
– estabilização do humor e das funções cognitivas.

Referência:

BORGES D. R.,ROTHSCHILD H.A.,Atualização Terapêutica 2005:manual prático de diagnóstico e tratamento. 22 ed. São Paulo:Ed Artes Médicas Ltda, 2005.p.443-446.

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Andropausa – Como tratar?

Categoria(s): Distúrbios endócrinos, Distúrbios urogenitais, Medicamentos, Sexualidade e DST


Tratamento

O tratamento deve objetivar a melhora dos sintomas trazendo bem estar físico, psicológico e social para o paciente. A reposição hormonal em homens com Hipogonadismo Tardio está indicada quando existe sintomatologia e níveis séricos de testosterona baixos (testosterona total abaixo de 300 ng/dl e livre abaixo de 6,5 ng/dl). A Organização Mundial de Saúde conclui que o maior objetivo da reposição é manter os níveis sanguíneos de testosterona próxima das concentrações fisiológicas.

Os princípios de reposição da testosterona baseiam-se nas diretrizes da Organização Mundial de Saúde feitas em 1992:

  • – usar testosterona natural.
  • – manter níveis séricos na faixa fisiológica.
  • – segurança.
  • – possibilidade de término rápido de ação.
  • – eficiência na melhora dos sintomas.
  • – preços acessíveis.
  • – liberação adequada.
  • – flexibilidade de dose.

Clinicamente o tratamento deve objetivar:
– melhorar a densidade óssea, o que pode ser acompanhado através de densitometria óssea.
– aumentar a massa muscular com conseqüente aumento de sua força e tônus, graças a seu efeito anabólico protéico.
– melhora da libido e da ereção (neste último caso a reposição de testosterona aumenta o fluxo sanguíneo arterial peniano).
– estabilização do humor e das funções cognitivas.

Riscos do tratamento:
– exacerbação da doença prostática não diagnosticada. Avaliar cuidadosamente a próstata com exame físico e laboratorial (PSA) antes do início da reposição.
– aumento do risco de doença cardiovascular.
– riscos de eritrocitose devido à ação da testosterona como estimulante da eritropoiese. Monitorar a reposição com hemograma.
– hepatotoxidade. Pode ser monitorada com função hepática e também perfil lipídico.

A reposição tem contra indicações absolutas em homens com suspeita de câncer de próstata ou mama. Pode também ter contra indicação para homens com Hiperplasia Protática Benigna com obstrução vesical grave e no caso de obstrução moderada, deve-se avaliar o risco/benefício da reposição.

Os tratamentos atualmente disponíveis incluem comprimidos, injeções intra musculares, implantes, adesivos transdérmicos escrotais e não escrotais e gel.
Testosterona oral: o undecanoato de testosterona é o tratamento oral mais efetivo e seguro pela baixa toxicidade hepática, pois é absorvido pelo sistema linfático.

Transdérmicos: a reposição neste caso é a mais fisiológica pois refletem melhor o ciclo circadiano da testosterona. Utilizados sob forma de adesivos escrotais e não escrotais e também gel. Os adesivos são de fácil utilização e proporcionam níveis adequados de testosterona. Devem ser usados uma vez ao dia no período noturno. Apresenta como inconveniente irritação na pele local em alguns casos. O gel provoca menos irritação na pele e é de fácil uso. São indicados como uso diário e atingem níveis séricos adequados de testosterona.

Subcutâneos: não estão indicados em idosos pelo aumento de ocorrência de infecção local. Quando usados são aplicados a cada 4 ou 6 meses. Dose de 6X 100mg.

Injetáveis: os mais utilizados são de aplicação intra muscular. São baratos e utilizados mais amplamente(pode ser citado os enantatos e cipionatos de testosterona).

Referências:

BORGES D. R.,ROTHSCHILD H.A.,Atualização Terapêutica 2005:manual prático de diagnóstico e tratamento. 22 ed. São Paulo:Ed Artes Médicas Ltda, 2005.p.443-446.

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