Desnutrição nos idosos – O que é?

Categoria(s): Cuidados alimentares, Cuidados preventivos, Dicionário, Distúrbios digestivos


Dicionário

Desnutrição nos idosos

No envelhecimento normal ocorrem aumento do tecido adiposo, redução da massa muscular, redução da água corporal total, perda de paladar e olfato, diminuição na produção de pepsina e do ácido clorídrico, com conseqüente diminuição na ingestão de alimentos. A desnutrição protéico-calórica (DPC) é distúrbio nutricional mais importante observado nos idosos e está associada ao aumento da mortalidade e infecções, com redução da qualidade de vida. Entretanto, a DPC é  freqüentemente ignorada porque é erroneamente vista como parte do processo normal de envelhecimento.

A alimentação é um aspecto importante nesta faixa etária, pois os efeitos do avanço da idade, como as mudanças na composição corporal e no sistema orgânico, alteram os requerimentos nutricionais desta população. A maioria dos idosos conserva os hábitos de alimentação formados quando ainda eram mais jovens. É comum encontrarmos idosos desnutridos em nosso meio, especialmente em instituições asilares e em hospitais. Deve-se destacar que na terceira idade é comum a prescrição de dieta para determinada doença que passa a ficar incorporada a vida da pessoa. O hábito de consumir com muita freqüência “chá com torradas” provoca situação vulnerável a inúmeras deficiências alimentares.

Motivos da desnutrição:
Falta de informações sobre uma nutrição adequada
Limitações financeiras
Incapacidade física, que interferem com a compra e preparo de alimentos
Isolamento social
Anorexia (falta de apetite)
Má absorção provocada por doença gastrointestinal.
O uso à longo prazo de certos medicamentos
Cáries dentárias e falta de dentes levando dificuldade em mastigar
Intolerância a lactose

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Categoria(s): Cuidados alimentares


Terapia Antioxidante

O zinco atua na síntese das proteínas, melhora a imunidade, o olfato, o paladar e atua junto com o cobre no papel antioxidante e nas cicatrizações. A carência de zinco abre espaço para infecções. Mais de 70 enzimas necessitam do zinco para seu funcionamento, em especial as do sistema imunológico. O zinco atua no metabolismo dos carbohidratos. O pâncreas dos diabéticos possui apenas 25% do valor de zinco, assim como está reduzido nos pacientes com leucemia e nos fígado dos pacientes com cirrose alcoólica.

A absorção, secreção e reabsorção do zinco ocorre no intestino delgado. O zinco é secretado na luz intestinal junto com a bilis, com o suco pancreático e também pelos enterócitos (células que revestem o intestino).

FONTES – A principal fonte de zinco são as ostras frescas. Também pode ser encontrado nos ovos, carnes, pão integral, gengibre e peixes.

DEFICIÊNCIA – Sua deficiência acarreta perda de apetite, falta de paladar e atraso no crescimento.

No sistema reprodutor masculino a carência de zinco provoca diminuição das taxas das testosterona e inibição da espermatogênese. No sistema reprodutor feminino a carência do zinco  é responsável por distúrbios na síntese e excreção do hormônio folículo estimulante (FSH) e do hormônio luteinizante (LH), provocando aumento do número de abortos, pré-eclâmpsia e toxemia gravídica.

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