Menopausa – Qual o efeito sobre o equilíbrio?

Categoria(s): Atuação Preventiva, Distúrbios do equilíbrio, Distúrbios endócrinos


Efeito sobre o sistema labiríntico

As mulheres na pós-menopausa com sintomas vasomotores estão mais predispostas aos distúrbios de equilíbrio por perda perde dos efeitos positivos deste hormônio na homeostase cerebral. O hipoestrogenismo parece acarretar o aumento do risco de quedas e fraturas devido à instabilidade no sistema nervoso central que altera as condições de equilíbrio.

Tratamento hormonal – As mulheres menopausadas sofrendo de crises vertiginosas se beneficiam com o tratamento hormonal, pois o estrogênio exerce o efeito protetor direto na sobrevivência dos neurônios. Percebe-se que o tratamento fisioterápico das “labirintites” são mais eficazes na mulhere com terapia de reposição hormonal, pois o hormônio preserva da plasticidade e trofismo em diversas populações de neurônios dos sistemas nervoso central e periférico. Em conclusão, a TRH pode prevenir as crises labirínticas e as quedas nas idosas.

Obs – O termo correto é labirintopatias e não labirintite que é uma condição específica de inflamação do orgão do equilíbrio labirinto.

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Fragilidade – O que é?

Categoria(s): Atuação Preventiva, Cuidados preventivos


Editorial

Idosa

Fragilidade é o estado de redução da reserva dos diversos sistemas fisiológicos determinada pelo efeito combinado do envelhecimento biológico, condições crônicas e abuso (tabagismo, alcoolismo) ou desuso (sedentarismo), priva os idosos de uma “margem de segurança” e aumenta a susceptibilidade às doenças e à incapacidade.Com a idade ocorre o declínio de em média 50% da capacidade vital pulmonar e do fluxo sangüíneo renal entre os 30 e 80 anos de idade. Em condições limítrofes de equilíbrio, eventos simples como uma infecção respiratória podem desencadear conseqüências em outros sistemas como a descompensação de insuficiência cardíaca e insuficiência renal, elevando a mortalidade.

No estado de fragilidade é comum observar manifestações atípicas de doenças comuns, como sintomas respiratórios predominando na apresentação clínica da pielonefrite ou ausência de dor e sinais de irritação peritoneal em pacientes com apendicite, determinando dificuldades adicionais ao diagnóstico e agravando o prognóstico.

Por serem tão comuns na população idosa, algumas condições foram denominadas “gigantes da geriatria”: virtualmente qualquer agravo à saúde do idoso pode se manifestar como – ou determinar – o surgimento de instabilidade postural e quedas, incontinências, demência, delirium, imobilidade e depressão.

Por outro lado, a freqüência com que estes diagnósticos deixam de ser firmados deu origem a outro termo, o “fenômeno do iceberg”, que alerta para a grande proporção de condições clínicas ocultas, ou “submersas”.

A abundância de diagnósticos incorretos ou mesmo corretos não raro provoca outros problemas comuns em pacientes idosos como o uso inadequado de drogas e a polifarmácia.

Referência:

BUCHNER, D.M. & WAGNER, E.H. Preventing frail health. Clin. Geriatr. Med., 8:1-17, 1992

KALACHE, A.; VERAS, R.P.; RAMOS, L.R. O envelhecimento da população mundial: um desafio novo. Rev. Saúde Pública, 21:200-10, 1987.

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Fragilidade – Como entender?

Categoria(s): Atuação Preventiva, Cuidados preventivos, Dicionário, Programas de saúde


Entendendo o assunto

Idosa

Fragilidade é o estado de redução da reserva dos diversos sistemas fisiológicos determinada pelo efeito combinado do envelhecimento biológico, condições crônicas e abuso (tabagismo, alcoolismo) ou desuso (sedentarismo), priva os idosos de uma “margem de segurança” e aumenta a susceptibilidade às doenças e à incapacidade. Com a idade ocorre o declínio de em média 50% da capacidade vital pulmonar e do fluxo sangüíneo renal entre os 30 e 80 anos de idade. Em condições limítrofes de equilíbrio, eventos simples como uma infecção respiratória podem desencadear conseqüências em outros sistemas como a descompensação de insuficiência cardíaca e insuficiência renal, elevando a mortalidade.

No estado de fragilidade é comum observar manifestações atípicas de doenças comuns, como sintomas respiratórios predominando na apresentação clínica da pielonefrite ou ausência de dor e sinais de irritação peritoneal em pacientes com apendicite, determinando dificuldades adicionais ao diagnóstico e agravando o prognóstico. Por serem tão comuns na população idosa, algumas condições foram denominadas “gigantes da geriatria”: virtualmente qualquer agravo à saúde do idoso pode se manifestar como – ou determinar – o surgimento de instabilidade postural e quedas, incontinências, demência, delirium, imobilidade e depressão.

Por outro lado, a freqüência com que estes diagnósticos deixam de ser firmados deu origem a outro termo, o “fenômeno do iceberg”, que alerta para a grande proporção de condições clínicas ocultas, ou “submersas”. A abundância de diagnósticos incorretos ou mesmo corretos não raro provoca outros problemas comuns em pacientes idosos como o uso inadequado de drogas e a polifarmácia.

Dessa forma e considerando-se as múltiplas faces das apresentação da fragilidade houva a necessidade de se padronizar um instrumento que avalia-se as condições clínicas do idoso. Para tanto, a avaliação geriátrica ampla.

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