Gripe – Vacinação

Categoria(s): Atuação Preventiva, Distúrbios imunológicos, Infectologia, Programas de saúde


Prevenindo a gripe – vacinação

Atualmente com o crescimento da utilização de viagens internacionais da população com mais de 60 anos (considerada mais vulnerável) tem facilitado a disseminação das infecções, sobretudo vírus. Isso exige da política internacional de saúde, com estratégias adequadas, e atenção especial à ampliação das coberturas vacinais dos grupos de risco, assim como às pesquisas e ao desenvolvimento de vacinas.

vacinaA gripe é considerada uma das doenças infecciosas que mais preocupam as autoridades sanitárias no mundo. No último século, ocorreram três pandemias (epidemia em escala mundial) responsáveis por mais de 50 milhões de mortes, problemas sociais e perdas econômicas: a Gripe Espanhola (1918), a Gripe Asiática (1957) e a Gripe de Hong Kong (1968). Especialistas acreditam que uma nova pandemia poderá acontecer nos próximos anos, provocando milhões de casos da doença. A característica mutável do vírus influenza, causador da gripe, reforça essa hipótese.

Estimativas indicam que a vacina contra a gripe provoca redução da mortalidade em até 50% entre a população idosa. Além disso, promovem a redução de 19% do risco de hospitalização por doença cardíaca e em até 23% do risco de doenças cerebrovasculares. Os pacientes idosos mantêm, em geral, a infecção por semanas e podem apresentar complicações. As mais freqüentes são a pneumonia bacteriana, a pneumonia viral primária e o agravamento de doenças crônicas pré-existentes. A gravidade aumenta com a idade
No Brasil as campanhas de vacinação do idoso ocorrem no mês de abril, com a meta de vacinar 11 milhões de pessoas com 60 anos ou mais, correspondendo a 70% dos 15,7 milhões de idosos.

O objetivo das campanhas é proteger a população idosa das complicações da gripe e de outras doenças preveníveis por vacinas, uma vez que esta faixa etária é mais vulnerável às enfermidades.


Referência:

Guia do idoso do SERASA – Guia de orientação ao cidadão

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Categoria(s): Distúrbios neurológicos, Emergências, Infecções virais, Infectologia, Programas de saúde


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Categoria(s): Atuação Preventiva, Infecções virais, Infectologia, Programas de saúde, Sexualidade e DST


Prevenção

vacina
A prevenção pode ser feita com a vacina contra a Hepatite B. Os portadores e doentes devem ser orientados para evitar a disseminação do vírus, adotando medidas simples, tais como usar preservativos nas relações sexuais, não doar sangue e não compartilhar seringas e agulhas descartáveis, evitando o compartilhamento. Os profissionais de saúde devem seguir as normas de biossegurança em procedimentos odontológicos e cirúrgicos. Os serviços de hemoterapia (hemocentros e bancos de sangue), de doenças sexualmente transmissíveis, de saúde do trabalhador e as unidades básicas de saúde devem notificar os portadores por eles diagnosticados e encaminhá-los ao serviço de vigilância epidemiológica municipal ou estadual, para completar a investigação e receber assistência médica.

Referência:

http://www.cremerj.org.br/publicacoes/145.PDF

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