Saúde através das plantas – CASTANHA DA ÍNDIA (Aesculus Hippocastanus L)

Categoria(s): Distúrbios cardiocirculatórios, Medicina das plantas


Saúde através das plantas – CASTANHA DA ÍNDIA (Aesculus Hippocastanus L)


Aesculus Hippocastanus L

 

Castanha da Índia
O extrato da castanha da índia (Aesculus Hippocastanus L) contém vários princípios ativos, incluindo esculosídeos (heterosídeos cumarínicos), saponinas terpênicas (Escina) e bioflavanóides (Quercetina, Campferol e Esculina).

Os derivados cumarínicos agem nos distúrbios vasculares periféricos e nos edemas protéicos, retiram as proteínas do interstício e promovem a drenagem linfática. A escina atua sobre os distúrbios vasculares periféricos e sobre o edema. Os bioflavanóides possuem ação antiinflamatória, por inibirem o ciclo da lipoxigenase e cicloxigenase. Como resultado destas funções, não há liberação dos principais mediadores inflamatórios (prostaglandinas e leucotrienos), com redução da permeabilidade capilar, redução da inflamação e da dor.

Indicações: A castanha da Índia tem indicação nos casos de edemas vasculares crônicos conseqüente à varizes e na cosmetologia no tratamento das celulites.

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Cirurgia – Risco de trombose venosa profunda

Categoria(s): Cuidados preventivos, Distúrbios cardiocirculatórios, Distúrbios hematológicos, Distúrbios Inflamatórios, Emergências


Os pacientes idosos em tratamento cirúrgico de patologias neoplásicas ou ortopédica são os que apresentam maiores risco de trombose venosa das veias profundas (TVP). Os pacientes com baixo risco apresentam a chance de 0,4% de TVP. Neste grupo de pacientes estão os obesos, as mulheres em terapia hormonal com estrôgenos ou anticoncepcionais, grávidas ou no puerpério, pacientes imobilizados, portadores de doença auto-imune, leucemias, policitemia, doenças trombogênicas e síndrome nefrótica . Nos pacientes com risco moderado, a porcentagem é de 2% a 8% para TVP, neste grupo estão os paciente que apresentem infarto do miocárdio complicado ou não, acidente vascular cerebral isquêmico, varizes, úlcera e estase nas pernas, diabetes, insuficiência cardíaca descontrolada e infecções. Nos pacientes de alto risco, a porcentagem é de 10% a 20% dos casos, ou seja bem alta. Neste grupo de pacientes estão os submetidos a cirurgia de grande porte, politraumatizados, queimaduras extensas, cirurgia de longa duração (acima de 1 hora), portador da síndrome anti-fosfolipídeo, antecedentes de TVP, cirurgia de colocação de prótese de quadril ou joelho.

Recomendações para profilaxia da TVP:
– movimentação ativa das pernas
– deambulação precoce
– meias elástivas de média compressão até as coxas
– compressão pneumática intermitente
– medidas farmacológicas: heparina 5000 UI subcutâneo 2 vezes por dia, enoxiparina, nadroparina, dalteparina

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Tromboflebite – O que é?

Categoria(s): Distúrbios cardiocirculatórios, Distúrbios hematológicos, Distúrbios Iatrogênicos


Dicionário

Tromboflebite

A tromboflebite é caracterizada por um quadro de dor e hiperemia localizada, na trajetória da veia acometida por irritação contínua do endotélio seguida de uma colonização bacteriana. A lesão apresenta-se hiperemiada, edemaciada e com a presença de um cordão palpável (foto). A veia geralmente evolui para um cordão endurecido e indolor, que com o passar do tempo desaparece totalmente. Esta evolução não dura mais que um mês, e dificilmente evolui para embolia pulmonar.

A causa mais comum é a iatrogênica, provocada pelas agressões químicas (medicamentos intravenosos em soluções concentradas) e mecânicas (punções venosas e cateterizações). As tromboflebites são bastante comuns nos pacientes que ficam muito tempo internado, em uso de soluções (soros) intravenosas e antibióticos. Geralmente, as flebites ocorrem nos membros superiores, por ser este os locais de maior manipulação. Para prevenir a ocorrência de tromboflebite a enfermagem deve procurar fazer rodízio de aplicação do soro, usar uma veia no máximo por 3 dias, deixando a veia em “repouso”.

Pode ocorrer tromboflebite por condições que levam a alterações secundárias da coagulação, como neoplasia, gravidez, uso de cotraceptivos, sepcemias, varizes e imobilização pós-operatória. Menos comum são as de origem endoteliais como doenças de Behçet, Mondor e Buerger. Hematológicos como deficiência de antitrombina III, co-fator II da heparina, proteinas C e S, fator XII, defeitos no sistema fibrinolítico, alterações do plasminogênio, desfibrinogenemia, anticoagulante lúpico e sindrome do anticorpo anticardiolipina.

Referências:

Lastória, S. Tromboflebite superficial. In: Maffei FHA, Lastória S, Yoshida WB, Rollo HA. Doenças vasculares periféricas. 2a edição. Rio de janeiro: MEDSI; 1995. p. 831-840.

Pitta GBB. Urgências vasculares. In: Batista Neto J. Cirurgia de urgência: condutas. Rio de Janeiro:Revinter; 1999. p. 513-519.

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