L – Histidina – Propriedades

Categoria(s): Distúrbios osteoarticulares, Terapia antioxidante


Terapia antioxidante

Este aminoácido possui propriedade antiinflamatória e vem sido utilizada no tratamento da artrite reumatóide. Com eficiente ação como vasodilatador, este aminoácido não essencial é auxiliar no tratamento de disfunção erétil.

Tags: , , , , ,


Veja Também:

Comentários     Envio por Email Envio por Email


Arginina – Propriedades (Parte 1)

Categoria(s): Terapia antioxidante


Terapia antioxidante

A conversão da Arginina em óxido nítrico ocorre mediante a enzima óxido nítrico sintetase. O Óxido Nítrico originado pela Arginina possui ação vascular, de forma geral auxilia a homeostase do meio vascular regulando o fluxo sangüíneo e a pressão arterial. A vasodilatação é promovida por esta molécula (quando liberada por células endoteliais) trazendo benefícios como a manutenção da pressão arterial em seus valores normais. A Arginina quando administrada para pacientes cardíacos (acometidos de disfunção endotelial coronariana ou ainda portadores de doença coronária não obstrutiva) melhora os vasos coronários de pequeno calibre, tornando– se assim uma alternativa terapêutica para estas patologias.O óxido nítrico também é conhecido por inibir a agregação plaquetária e diminuir a adesão de outros elementos figurados do sangue.

Tags: , , , ,


Veja Também:

Comentários     Envio por Email Envio por Email


Nitratos – O que são?

Categoria(s): Distúrbios cardiocirculatórios, Medicamentos


Medicamentos

Nitratos – Os nitratos constituem o grupo mais antigo de vasodilatadores e incluem-se entre os fármacos centenários de plena atualidade. Vem sendo utilizados em cardiologia desde 1867, quando Brunton relatou alivio imediato de angina de peito pelo nitrito de amilo em inalação. Murrel, em 1879, mostrou os efeitos da nitroglicerina eram semelhantes aos do nitrito de amilo, empregando-a, por via sublingual, para a terapêutica aguda das crises de angina e, como agente profilático, antes de esforços precipitantes das crises.

Os nitratos tem com ação farmacológica o relaxamento da musculatura lisa vascular, atingindo tanto as artérias como as veias, no território coronário como no sistêmico. O mecanismo bioquímico da ação vaso dilatadora não esta perfeitamente esclarecido, ao que parece os nitratos atuam diretamente na musculatura lisa vascular, não dependendo da inervação, nem de receptores adrenérgicos ou colinérgicos. Relatos atuais afirmam que a ação desse fármaco se dá pela sua transformação, dentro das células musculares lisas, em óxido nítrico, o qual ativa a guanilato ciclase convertendo monofosfato de guanosina (GMP)-Mg++ em GMP cíclico, que promove o relaxamento muscular. Esse efeito independe da presença de endotélio íntegro. Os efeitos dilatadores sobre as coronárias se faz sentir principalmente nos vasos epicárdicos.

A despeito de seu uso na clínica há mais de um século, devemos tomar cuidados básicos como iniciar com doses pequenas, progressivamente aumentadas, de acordo com a resposta terapêutica e ausência de efeitos colaterais. Efeitos, como cefaléia, tendem a desaparecer ou atenuar-se em alguns dias, havendo casos de necessidade de mudar-se a preparação farmacêutica. A resposta individual a droga é imprevisível. Havendo casos de choque na utilização de dose mínima, pela primeira vez. A suspensão da terapêutica com nitratos, após uso prolongado em doses efetivas, deve ser gradual, com redução lenta da posologia, para evitar eventuais manifestações de dependência ou da assim chamada “síndrome da retirada”.

Referências:

Prinzmetal M, Kennamer R, Merliss R et al – Angina pectoris. 1. A váriant form of angina pectoris. Am J Med,1959;27:375-7.

Tags: , ,


Veja Também:

Comentários     Envio por Email Envio por Email